Os USA começaram a vender azeite

Os gringos querem mais
Azeite

A Califórnia descobriu que o azeite é um grande negócio.
Nem vão passar doze meses até aparecer um “estudo” a provar que o
azeite português tem uma molécula patogénica*alergénica-cancerígena mesmo tramada e que só aquele azeite especial com um selo “coiso e tal” é que é mesmo puro.

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3 comentários em “Os USA começaram a vender azeite”

  1. Uma coisa que sempre me fez espécie foi em Itália näo ser dada indicaçäo de acidez do azeite. Depois reparei que é o mesmo em Espanha.
    Quando fui à Grécia, finalmente vi que eles também pöe a acidez do azeite. E passei a comprar azeite grego, quando näo há à venda o português.

    Agora em Itália vi um azeite que tinha marcada a acidez. Ah, pois, porque é “premium”. Diz lá que segundo a lei italiana pode ser considerado “extra virgem” até 0,8% de acidez (tal como em Portugal), mas que aquele tinha só 0,5%. Enfim, menos mal que parece que em todo o lado (pasme-se, até nos EUA) o critério é o mesmo, para näo haver confusöes.

    De qualquer modo, o meu preferido é o Azeite Andorinha Extra Virgem com apenas 0,3% de acidez (lata preta, que só fazem para exportaçäo). É oiro líquido. O meu pai diz que é suave demais, fica mais para mim!

  2. Acidez do azeite??
    Então como é mixordas tudo, à boa e velha maneira italiana?

    Desde que falei como tio Belmiro, que ele se deixou
    dessas coisas de indicar a acidez no azeite marca “e”.

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