HOMEM CASA 53 VEZES

Um malaio de 72 anos celebrou esta semana o seu casamento número 53, mas apesar de muitas uniões não terem durado mais do que alguns dias, Kamarundin Mohamad não se considera um ‘playboy’.

Apesar do recorde, Kamarundin parece personificar o ditado “não há amor como o primeiro”. No último casamento, realizado no passado domingo, este malaio voltou a unir-se à sua primeira mulher, de quem se tinha divorciado em 1958. A noiva tem agora 74 anos.

Entre 1958 e a data actual, Kamaraundin esteve casado mais 51 vezes com mulheres malaias, um inglesa e duas tailandêsas. Todos estes casamentos terminaram com o divórcio, à excepção da última união, que terminou com a morte da sua mulher, vítima de cancro. Este foi também o casamento mais longo de Kamarundin, cerca de 20 anos, que num dos seus primeiros enlaces chegou a estar casado por apenas dois dias.

Kamarundin é muçulmano, e a sua religião permite-lhe ter mais de quatro mulheres ao mesmo tempo, e o divórcio pode ficar decidido com o simples anúncio por parte do marido.

Perante os 53 casamento, Karamundin diz não ser um ‘playboy’ e que “apenas adora ver mulheres bonitas”.

Fonte: Correio da manhã

Mãe nicotinómana amamenta filho até 6 anos de idade

Investigadores norte americanos publicaram estudo, esta semana, na revista Science, sobre uma criança de 6 anos que está viciada (addicted) no leite da mãe.

Testes feitos ao leite revelam um nível de nicotina 1600% superior ao normal, o que aparenta ser a causa do problema (t= 7.231, Sig.=0.023).

A criança apresenta comportamentos de falta da substância, quando a refeição não contém, pelo menos, 150 ml do leite da mãe, ou seja, 235 mg de nicotina.

Mãe e filha vão ser internadas esta semana, sendo a mãe submetida a uma cura do sono durante 15 dias, alimentada a soro de mamute trangénico. A filha, por seu lado, vai ser alimentada com uma solução inicial de soro com 0,5% de um composto formoldeídico, com diluições sucessivamente mais baixas até a libertação completa da adicção.

Segundo os investigadores, casos destes são cada vez mais comuns entre filhos de mães fumadoras, ocorrendo com maior incidência no sul da Europa, devido a condições geo-climatéricas.

Fonte: Público, 7 de Setembro, caderno Ciência, pág. 3

PORTUGAL: PESSIMISMO E PEDOFILIA

São dois os principais problemas de Portugal: os poucos pessimistas profissionais, que passam a vida a contaminar o resto da população, e uma governação inadequada, ineficiente, ineficaz e fora de contacto com a realidade no país. Que Portugal e os portugueses têm inegáveis qualidades, não hajam dúvidas. Não é por nada que Portugal é um país independente e a Catalunha, a Bretanha, a Escócia e a Bavária o não são. Não é por nada que o português é a sétima língua mais falada no mundo, à frente do alemão, do francês e do italiano. No entanto, estas qualidades precisam de ser cultivadas por quem foi eleito para liderar e dirigir o país.

O que acontece é que nem agora, nem por muito tempo, Portugal tem tido líderes dignos do seu povo, capazes de liderar a nação, realizar os projectos que foram escolhidos para realizar. O resultado é uma onda de pessimismo, no meio dum mar de desemprego, desinteresse e desorientação que serve de combustível para a economia emocional não funcionar, aquela economia que é tão importante quanto a economia das quotas de oferta e procura.

A consequência é uma retracção não só da economia mas também do psique da sociedade, com uma introversão patológica a manifestar-se no escrutínio colectivo do umbigo nacional, ou um pouco mais abaixo. A não-história da pedofilia, já uma psicose nacional, é um belíssimo exemplo de até onde pode chegar uma sociedade quando nem é orientada nem estimulada a pensar em horizontes mais saudáveis.

Há mais que um ano, a imprensa portuguesa regurgita a história do abuso sexual de meninos do orfanato/escola Casa Pia, apontando nomes sonantes da vida pública que nem têm lugar aqui, visto que até ser provado ao contrário, uma pessoa numa sociedade civilizada, é considerado inocente. Na busca de quem foi ou quem não foi, deu origem ao levantamento na praça pública duma lista substancial de nomes do mundo artístico, desportivo, e político, aos mais altos níveis. Não é a causa do pessimismo em Portugal, mas espelho dele.

A noção que “nós não prestamos, somos os coitadinhos da Europa e a alta sociedade é podre” se ouvia nos finais dos anos 70, desapareceu e com a não governação do primeiro-ministro José Barroso, voltou. Está tangível, quanto mais para um estrangeiro que ama e estuda este país há 25 anos.

Outra manifestação deste pessimismo é a negatividade ao nível das conversas nos cafés (inaudíveis nos claustros de cristal onde pairam os governantes do país) acerca dum evento que a priori é a melhor hipótese que Portugal alguma vez tem tido para se projectar na comunidade internacional? o Euro 2004. O Euro 2004 é o ponto desportivo mais alto na história quase milenar de Portugal. É um dos três mais vistos eventos televisivos no mundo e é uma excelente oportunidade de enterrar de vez a falácia que Portugal é uma província espanhola. Mas o que é que acontece? Enquanto o resto da Europa se prepara com entusiasmo para o Campeonato da Europa em Futebol, se ouve em Portugal por todo o lado que os estádios não estão preparados, ou que não são seguros, ou que os aeroportos não estão preparados. Disparate! Ou pior, uma vergonha, por quem perpetua este tipo de lixo que se chame notícias por aí.

Para começar, os estádios estão tão prontos que já se joga futebol neles.

Segundo, as normas de segurança têm de obedecer a rigorosíssimas normas de controlo estipuladas pela inflexível UEFA.

Terceiro, os aeroportos têm dos sistemas mais avançadas de controlo de tráfico aéreo, total e completamente integrados nos da União Europeia e mais, os adeptos não vão todos chegar no mesmo dia, nem todos de avião.

Quarto, quando os bilhetes foram vendidos na Internet, foi consultada a base de dados proferida pelas forças policiais dos países presentes no Euro 2004.

Quinto, Portugal é alguma vez um alvo para ataques terroristas, desde quando? Só se fossem as FP-25 de Abril.

Porém, onde estão as autoridades a explicarem a verdade, a estimular a população, a instilar o optimismo, não só para o Euro 2004 mas para galvanizar a economia, a liderar o país? Exactamente onde estiveram, estes ou outros, quando os interesses dos portugueses estavam a ser vendidos por um preço barato, o que levou gradualmente à situação actual em que uma família portuguesa gasta substancialmente mais do seu ordenado em necessidades básicas do que no resto da Europa.

Não se admite que num supermercado espanhol, se encontram exactamente os mesmos produtos bem mais baratos do que em Portugal, não se admite que no Reino Unido o cesto básico de alimentos custa bastante menos, quando se ganha cinco, seis ou sete vezes mais. Há duas semanas, vi três restaurantes no centro de Londres com a cartaz “Comam o que quiserem por £5.45 – 9 Euros, ou um pouco menos.

Os portugueses gastam uma fatia tão grande do seu ordenado em mantimentos fundamentais que não há capital disponível para os serviços, restringindo a economia a um modelo básico e muito primário.

Se bem que Portugal é um país pequeno, também é a Bélgica, a Dinamarca, os Países Baixos, o Luxemburgo, a Suiça, a Irlanda. Estes países têm um plano de médio e longo prazo e nestes países ganham os lugares de destaque pessoas competentes e devidamente qualificadas e formadas.

Em Portugal, o plano é ganhar as próximas eleições, ponto final.

O que acontece depois? Há uma onda laranja ou cor-de-rosa a varrer o país e ocupar todos os quadros altos e médios, seja em ministérios, em faculdades, em firmas, até em hospitais.

O grande plano é, quanto muito, de quatro anos, o que explica a pequenez de pensamento e a falta de visão personalizada por uma ministra das finanças que trata a economia do país como se fosse uma dona de casa maníaca, que, munida com uma tesoura gigante, tenta transformar um lençol de cama de casal numa bata para uma boneca diminuta? Corta, corta, corta.

O resultado disso tudo é o que se vê: desempregados à espera de desemprego durante largos meses, não semanas, sem receberem um tostão do governo que elegeram para os proteger. Quão conveniente por isso que o país fale de pedófilos e não da economia, do emprego, da falta de poder de liderança deste “governo” PSD/PP, da ausência duma cariz democrático, ou social, ou popular, da ausência do contacto ou calor humano destes, que foram eleitos para proteger seus cidadãos. O que fizeram? Absolutamente nada. Lamentaram que o país era um caos, e calaram-se.

Então, onde estão as políticas de salvação? Portugal está, e por muito tempo tem sido, liderado por uma argamassa de cinzentos incompetentes que venderam os interesses do país irresponsável e negligentemente para fora. Portugal precisa de quem tenha o brio e a chama suficiente para incendiar a paixão do povo deste país lindo, desta pérola do Atlântico, de ajudá-lo a ir ao encontro dos seus sonhos, acreditar em si, redescobrir as suas consideráveis qualidades e colocar Portugal num lugar de destaque entre a comunidade internacional. O leitor pode apontar quem tenha feito isso nos últimos anos? O José Barroso está a fazê-lo? Caso contrário, se não descobrir, e rapidamente, quem for competente para governar este país, os projectos audazes e brilhantes, que vão de mãos dadas com o espírito e a alma portuguesa, como por exemplo a EXPO 98 e a EURO 2004, ambos com uma gestão excelente e uma preparação de que poucos países se poderiam gabar, perder-se-ão no mar de lamúria de assola Portugal. Francamente, a paciência dos que tanto lutaram para fazer qualquer coisa deste rectângulo atlântico, começa a esgotar-se. Já que gostam de dizer que quem não está bem deve mudar-se, começa a ser uma excelente ideia.

Timothy BANCROFT-HINCHEY

Director e Chefe de Redacção PRAVDA.Ru

Versão portuguesa

Jorge Andrade admite que enganou espanhóis

Jorge Andrade admitiu que enganou a selecção espanhola ao dizer, durante o duelo ibérico de domingo, que a Rússia estava a ganhar 3-1 aos gregos. Isto de acordo com o jornal desportivo madrileno Marca, que obteve declarações do jogador português.

Segundo a Marca,Jorge Andrade assegura que o chamaram ao banco português e lhe disseram que a Rússia estava a vencer por 3-1, o que classificaria a Espanha para os quartos-de-final. Depois, o central da selecção terá ido ter com o ponta-de-lança espanhol Fernando Torres e informou-o da «boa notícia» para a sua equipa. Só a cinco minutos do final da partida é que Cañizares terá sabido que esse não era o resultado correcto e comunicou aos seus companheiros qual a verdade.

«Fui eu», terá admitido Jorge Andrade à Marca. «Que raiva! Enganaram-me. Custa-me fazer este tipo de coisas. Disseram-me no meu banco e eu acreditei. Que me perdoem todos os jogadores e todos os adeptos de Espanha», terá dito o central português, que, como se sabe, joga no Corunha.

A Polémica Coca-Cola Reconhece Que Vende Água da Torneira no Reino Unido

Jornal PÚBLICO – Quarta-feira, 03 de Março de 2004

Poucos são aqueles que conhecem a receita da Coca-Cola, segredo religiosamente guardado desde 1886, ano em que a bebida mais vendida do mundo foi criada. Contudo, o mesmo não se passa com a Dasani, marca criada pela multinacional americana para a venda de água engarrafada e cuja origem não podia ser mais transparente: a água da torneira… Foi ontem que a Coca Cola, pela porta-voz Judith Snyder, admitiu que a água lançada em 1999 nos Estados Unidos é recolhida da rede pública. No mesmo comunicado, a companhia vincou no entanto que esta água é depois purificada e engarrafada em fábricas especializadas. Segundo a Coca-Cola, a água passa por um processo de purificação especial baseado em três filtros, com o fim de eliminar impurezas e dar melhor sabor, sendo que, por tudo isto, referiu Judith Sniyder, a água que acaba nas garrafas “não se assemelha em nada a água da torneira”. Entretanto, a Thames Water, companhia britânica de distribuição de água, já reagiu ao comunicado da Coca-Cola, referindo que “a água da rede pública passa por todos os testes de qualidade”, não necessitando de “tratamentos adicionais.” Por sua vez, a Coca-Cola, cujo investimento no lançamento da Dasani no Reino Unido ascende aos 10,5 milhões de euros, tentou colocar um ponto final na questão, referindo que nunca disse “que a água da torneira não era potável”, mas somente que “a Dasani tinha um grau de pureza máximo”, que proporciona uma melhor qualidade. Independentemente da pureza da Dasani, a Coca-Cola parece estar a encontrar alguns problemas no lançamento, na Europa, de um produto que é a segunda marca de água engarrafada mais vendida nos Estados Unidos.

Nomes inacreditáveis

OS NOMES QUE SE SEGUEM SÃO REAIS, POR MAIS INCRÍVEL QUE POSSA PARECER. SÃO PASSÍVEIS DE SEREM ENCONTRADOS NA BASE DE DADOS DE UM BANCO PORTUGUÊS (BALCÃO DO BANCO ESPÍRITO SANTO) EM LUANDA:

– LIBERDADE DE JESUS NARIGUETA PERNA TORTA BANHA

– CIDÁLIA CALÇADA DESCALÇA

– NORLINDARAPA BURACO

– MARIA TÉNIA VIU VULTUS

– ETELVINA VACA CABEÇA

– JOAQUIM CUECAS

– LUISFORTES LOPES CARAGO

– MARIA TERESA RABO BACALHAU MOLHO

– ANTÓNIO AGOSTINHO CHOURIÇO JUNIOR

– MARIA BEM GROSSO – JOAQUIM BAGINA

– PAULO PUNSDÁ

– MARIA TROMBASIA

– IGNÁCIOBUFA BUCELATO

– MARIA SALVA UM DE CADA VEZ

– JOSÉ DE SOUSA RABITO MAGRO

– MARIA AUGUSTA RATA SECA

E A VENCEDORA É:

– MARIA SALVA UM DE CADA VEZ

Julgamento em Santarém: Carroça com condutor alcoolizado

O homem detido há duas semanas pela PSP de Santarém por conduzir alccolizado uma carroça tem marcada para hoje a audiência de julgamento no tribunal de Santarém.

O homem, de 50 anos, a residir num acampamento na Ribeira de Santarém, foi detido ao fim da tarde de 26 de Janeiro na sequência da queixa apresentada por uma condutora, em cuja viatura embateu com a carroça.

Detido pela PSP na estrada que liga Ribeira de Santarém a Alcanhões, o homem foi levado à esquadra, onde se verificou apresentar uma taxa de alcoolemia de 2,20 gramas por litro, crime pelo qual será julgado hoje.

Segundo a PSP de Santarém, a lei impede a condução de qualquer viatura, motorizada ou não, sob efeito de álcool acima de 0,5 gramas por litro de sangue.

do Expresso, 11:16 10 Fevereiro 2004

Papagaio com 104 anos insulta Hitler

Charlie, um dos papagaios do ex- primeiro-ministro britânico Winston Churchill, completa este ano 104 anos e continua a insultar Hitler e os nazis, como lhe ensinou o dono, noticiou ontem o Daily Mirror. Quando Churchill morreu, foi comprado por um dono de uma loja de animais em Reigate, no sul de Londres. Apesar da sua idade ainda pragueja frases que outrora chocaram muitos generais e almirantes, durante reuniões de crise com Churchill.

DN: 2004-01-20

Globalização

An English princess with an Egyptian boyfriend

crashes in a French tunnel, driving a German car

with a Dutch engine, driven by a Belgian who was

drunk on Scottish whiskey, followed closely by

Italian Paparazzi, on Japanese motorcycles, treated

by an American doctor, using Brazilian medicines!

And this is sent to you by a Portuguese, using Bill

Gates’ technology, and you’re probably reading this

on one of the IBM clones, that use Taiwanese-made

chips, and a Korean-made monitor, assembled by

Bangladeshi workers in a Singapore plant,

transported by lorries driven by Indians, hijacked

by Indonesians, unloaded by Sicilian longshoremen,

trucked by Mexican illegal aliens, and finally sold

to you by Jews.

That, my friend, is Globalization!

Paz interior

Com um simples conselho que li num artigo duma revista, finalmente encontrei a paz interior…

Dizia assim:
“O caminho para conseguir a paz interior consiste em finalizar as coisas que começaste”

Podia ser que tivessem razão…
Olhei em meu redor para ver as coisas que tinha começado e ainda nao tinha terminado…

De forma que hoje terminei uma garrafa de vodka, uma de vinho tinto, uma de Jack Daniels, o Prozac, uma caixa pequena de chocolates, uma caixa de preservativos e uma garrafa de tequilla…

Nao fazes ideia de como me sinto bem!
Poderias passar esta mensagem àqueles que pensas que necessitam de paz interior?!

Beber ajuda na promoção

Os empregados habituados a beber com os colegas depois do trabalho têm mais hipóteses de ser promovidos e mais bem pagos, indica um estudo realizado por uma universidade escocesa e hoje citado pela imprensa britânica.

Ainda segundo a equipa de economistas da Universidade de Sterling, autora do estudo, os assalariados que bebem álcool com moderação ganham em média 17 por cento mais que os seus colegas abstémios.

A explicação, afirmam os investigadores, reside no facto de a confraternização em torno de copos de vinho ou cerveja depois do trabalho ajudar a criar um clima de confiança e camaradagem entre colegas.

Permite também aproximar os empregados dos seus superiores hierárquicos, num clima de convívio descontraído, estabelecendo relações úteis para a progressão na carreira, acrescentam.

Todavia, os grandes bebedores (mais de 12 litros de álcool por semana para os homens, nove litros para as mulheres) ganham em média menos seis por cento que os colegas mais moderados, embora recebam mais cinco por cento que os que vão directamente para casa depois do trabalho.

Estes resultados baseiam-se num estudo lançado pelo governo junto de 17 mil pessoas acompanhadas desde o nascimento, em 1958.

A progressão dessas pessoas desde a infância é avaliada através de entrevistas regulares, sendo os dados agora divulgados provenientes dos resultados do ano 2000, os últimos concluídos.

«O estudo mostra que não é preferível não beber álcool», resumiu o professor David Bell, do departamento de Economia da Universidade.

«As pessoas que bebem moderadamente parecem efectivamente mais bem pagas», acrescentou David Beel, esclarecendo: «Os salários começam a baixar quando se ultrapassa as recomendações em matéria de consumo de álcool semanal. Mas é preciso beber realmente muito para que isso se torne um problema.»