Sudoku

É só pessoal a fazer a merda do caralho desse jogo.
Eu sou incapaz de perder tempo com essa merda.
No entanto, adorava fazer um programa informático para resolver a merda dos Sudokus todos deste mundo.

Mais um dia e phodo esses cabrões todos com um programa GPL no Sourceforge

Jesus observa-te

O ladrão estava a sacar coisas de uma sala, pela calada da noite, para dentro de um saco.
De repente ouviu: “Jesus está a observar-te”. Assustou-se, olhou em volta, mas não viu nada no escuro e continuou a “arrumar”.
Ouviu outra vez: “Jesus está a observar-te”. Acendeu a luz e viu um papagaio.
“Ah! Um papagaio!… Então, oh louro, como é que te chamas?”
“Judas”, respondeu o papagaio.
“Judas? Quem é que te pôs esse nome?”
“O mesmo gajo que chamou Jesus ao Rottweiler.”

Aparelhos anti-Cavaco-na-TV

Vendem-se aparelhos anti-Cavaco-na-TV, o AACNT.
É fácil de usar: liga-se numas tomadas quaisqueres e o Cavaco não aparece em nhuma TV deççe apartamento.

BOm preço em çaldo.

Temos tabém um extra que não permite menino(a)s com menos de 13 anos verem senas de cecso no ecrã da Internet.

Um segundo extra, acabadinho de adicionar, descaca batatas e puxa lustro a massanetas.
Compre já o seu aparelho AACNT.

Mulher arranca pénis do marido co’a boca (veja a foto)

Montijo, 2006, 10h da manhã

Na Chamusca, depois de mais um treino do glorioso FDP, uma mulher entrou em campo e derrubou um homem, que se veio a confirmar ser o ser marido, e arrancou-lhe o pénis à dentada.

Aventou-se a hipótese de xstar rebarbada por assistir aos programas sobre sexo da TVI (com aquela sexóloga muita boa que só fala de kara…os), mas parecem ser dados não confirmados.

O sangue espalhou-se pela arena e tiveram que entrar as vacas tresmalhadas para levar o boi do terreiro.

Tou Felix

Tou contente. Comprei um teklado nouvo e funssiona…!

As teklas naõ ficam prezas, tou felix.

Ainda naõ o xprimentei, mas naõ vi nenhuma tekla preza.

E tain garantia e todu!

A vida naõ é fish?

Este texto foi verificado pelo corrector ortográfico do computador português Magalhães. O Chornal não se responsabiliza pelo texto. Para reclamações, usar este link.

PORTUGAL X CABO VERDE: Presidente da FCF considera que jogo será histórico

O presidente da Federação Cabo-Verdiana de Futebol (FCF), Mário Semedo, considerou que o jogo entre as selecções principais de Cabo Verde e de Portugal, marcado para 27 de Maio em Évora, vai ser um “acontecimento histórico” uma vez que será a primeira vez que o seleccionado crioulo jogará com uma equipa tão categorizada.


“Será um momento histórico para os nossos jogadores e para nós todos, e esperamos que a partida venha a estar ao nível das expectativas”, frisou aquele responsável federativo, expressando o desejo de que a comunidade cabo-verdiana residente em Portugal apoie “em força” a sua selecção, mesmo que a partida se realize em Évora, onde a presença de emigrantes de Cabo Verde tem menor expressão que noutros pontos de Portugal.

Mário Semedo reiterou a vontade da FCF de contar com um treinador estrangeiro como técnico da selecção nacional, garantindo que a questão ficará resolvida antes do jogo de Évora, onde a selecção das quinas fará o estágio de preparação para o mundial da Alemanha 2006.

O presidente da FCF deu a entender que a partida com os portugueses será importante a outros níveis, nomeadamente pelo facto de, por ser um jogo com visibilidade, poder vir a aliciar futebolistas profissionais cabo-verdianos que, embora reiteradamente convidados, ainda não se decidiram a representar as cores nacionais, na expectativa de serem chamados para outras selecções de renome.

O responsável máximo da entidade que responde pelo futebol nacional considerou, por outro lado, que existem muitos e bons jovens jogadores que podem vir a constituir o futuro da selecção cabo-verdiana, os quais “vão ser convidados” a abraçar o projecto da FCF.

“Estamos a trabalhar no sentido de incluirmos na selecção alguns jovens de valor que despontam lá fora e que têm possibilidades de fazer boas carreiras como profissionais” adiantou Mário Semedo, dando a entender que, se isso for conseguido, esses atletas já não poderão ser aliciados por outras selecções mais categorizadas, com prejuízo para Cabo Verde.

Uma questão de Superioridade…!

O que aconteceu foi que eu estava em Belém na inauguração da maior arvore de Natal da Europa, sim repito da Europa, porque nós quando fazemos as coisas é em grande, e virei-me para um turista que lá estava e disse-lhe:

– Lá na tua terra não tens disto pois não? A maior da Europa, A MAIOR!

E o gajo vem com uma conversa: Não sei quê, no meu país preferimosgastar dinheiro em outras coisas, por exemplo a evitar que rebentem condutas de agua, que levam ao abatimento do solo, e dessa forma prejudiquem milhares de pessoas…mais não sei que mais e o camandro!

E eu, que até sou um gajo que – eh pá – tenho uma facilidade na exposição de argumentos, não me fiquei e disse-lhe logo: – A maior da Europa! Toma! Embrulha!

E o gajo começa a falar que não sei quê, lá no país dele quando começa a chover as zonas ribeirinhas não ficam inundadas, e que talvez fosse melhor que, em vez da arvore, o dinheiro fosse canalizado para evitar essas situações.

Eu comecei a enervar-me e disse ao gajo:

– Mau, tu queres ver que temos que nos chatear! Eu estou aqui a expor argumentos que… eh pá sim senhor, e tu vens com essa conversa de não sei quê. Eu nem quero começar a falar na feijoada em cima da ponte, nem do desfile de “pais natais”, porque senão nem sabias onde te metias pá.

O gajo começa a falar de uma coisa qualquer, tipo túneis que são construídos e ficam a meio, e não sei que mais, e eu virei logo costas.

Porque quando eu vejo estes gajos que não conseguem aceitar a superioridade de um país e ainda falam, falam… falam, falam… falam, falam… e não dizem nada de jeito, eu fico chateado, claro que fico chateado!!!

Um actor sem tripas

Olhando a prestação de Pedro Santana Lopes na televisão, na passada segunda-feira, espantou-me a falta de convicção da personagem. Como se um actor ágil em outros papéis de um vasto reportório se tivesse, de súbito, desencontrado.

O facto é por demais surpreendente. Enterrado numa cadeira em que as costas surgiam como orelhas negras, mais abismado na leitura do que em nos olhar de frente, com uma dicção preocupada em não falhar as palavras, em vez de demonstrar a firmeza do discurso, não era, nitidamente, alguém sentado no topo do Poder que nos falava. Era alguém que timidamente simulava estar a controlar as coisas, vagamente abordando temas que usualmente escutamos na boca de membros do Governo (impostos, salários, pensões de reforma), mas que, na verdade, estava só a fazer de conta, desenquadrado do papel, debitando falas que teriam sido escritas para outro, com uma indizível vontade de chegar ao fim da cena e ir-se embora o mais depressa possível. Fez-me lembrar aqueles pobres adolescentes amadores em récitas de liceu que decoram com cuspo um papel em que não se sentem à vontade e o deitam cá para fora entre suores frios e pânico de ser ridículo ante tão larga audiência.

O espanto é ver que Pedro Santana Lopes, a quem já vimos desempenhar com talento papéis diversíssimos (de playboy a «enfant terrible» do PSD, de dirigente desportivo a Secretário de Estado), apareça agora tão desfibrado.

Um encenador pouco dado à paciência talvez desesperasse, considerando haver ali um puro erro de «casting» e apressando-se a escolher diferente intérprete para o papel de Primeiro-Ministro. Um outro, mais brando, consideraria a hipótese de uma ajuda especializada, umas quantas aulas de postura, movimento e voz – esperando que, no fim da preparação, o papel soasse mais credível. Mais necessário que tudo, todavia, é a prática daquilo que os actores chamam um «monólogo interior», um conjunto de referências anímicas que dê vida à personagem. Vida e não apenas técnica, não apenas fingimento, guarda-roupa e adereços.

10:31 13 Outubro 2004 (Expresso-online)

Espanha cria a adopção de embriões

Uma clínica de Barcelona anunciou ontem que vai disponibilizar, para adopção, 1700 embriões humanos congelados, criando, na prática, a primeira unidade do mundo de adopção por esta via.

A 1 de Novembro, o Instituto Marqués de Barcelona dará início ao implante de embriões nas mães receptoras, depois de ter decidido que seria este o destino para os embriões deixados a seu cargo pelos pais biológicos. Com a nova lei da reprodução assistida, estes embriões, além de poderem ser implantados nas mães biológicas ou, quando estas já não necessitem deles, noutras mulheres, podem também ser cedidos para investigação ou destruídos.

A opção desta clínica, ao lançar o programa de adopção, é «dar-lhes uma oportunidade de nascerem e viverem dentro de uma família», referiu uma das responsáveis do Instituto Marqués. Calcula-se que existam em Espanha 80 mil embriões congelados, que sobraram de casais que se submeteram a técnicas de reprodução assistida, ou in vitro, e cujo destino, passados cinco anos, passa a ficar à disposição da unidade de reprodução onde «nasceram».

Esta clínica de Barcelona consultou os pais biológicos dos embriões que disponibiliza neste programa. Seis por cento destes querem destiná-los à investigação e 2,6 por cento optam pela destruição. Os restantes não decidiram, «acabando por pedir que sejam os próprios ginecologistas a pensar o que fazer com eles», explicou a responsável do instituto. Podem aceder a este programa de adopção mulheres maiores de idade com «plena saúde mental e física e que estejam em idade biológica para ter filhos». O processo fica em 2550 euros.

Fonte: Diário de Notícias

HOMEM CASA 53 VEZES

Um malaio de 72 anos celebrou esta semana o seu casamento número 53, mas apesar de muitas uniões não terem durado mais do que alguns dias, Kamarundin Mohamad não se considera um ‘playboy’.

Apesar do recorde, Kamarundin parece personificar o ditado “não há amor como o primeiro”. No último casamento, realizado no passado domingo, este malaio voltou a unir-se à sua primeira mulher, de quem se tinha divorciado em 1958. A noiva tem agora 74 anos.

Entre 1958 e a data actual, Kamaraundin esteve casado mais 51 vezes com mulheres malaias, um inglesa e duas tailandêsas. Todos estes casamentos terminaram com o divórcio, à excepção da última união, que terminou com a morte da sua mulher, vítima de cancro. Este foi também o casamento mais longo de Kamarundin, cerca de 20 anos, que num dos seus primeiros enlaces chegou a estar casado por apenas dois dias.

Kamarundin é muçulmano, e a sua religião permite-lhe ter mais de quatro mulheres ao mesmo tempo, e o divórcio pode ficar decidido com o simples anúncio por parte do marido.

Perante os 53 casamento, Karamundin diz não ser um ‘playboy’ e que “apenas adora ver mulheres bonitas”.

Fonte: Correio da manhã

Mãe nicotinómana amamenta filho até 6 anos de idade

Investigadores norte americanos publicaram estudo, esta semana, na revista Science, sobre uma criança de 6 anos que está viciada (addicted) no leite da mãe.

Testes feitos ao leite revelam um nível de nicotina 1600% superior ao normal, o que aparenta ser a causa do problema (t= 7.231, Sig.=0.023).

A criança apresenta comportamentos de falta da substância, quando a refeição não contém, pelo menos, 150 ml do leite da mãe, ou seja, 235 mg de nicotina.

Mãe e filha vão ser internadas esta semana, sendo a mãe submetida a uma cura do sono durante 15 dias, alimentada a soro de mamute trangénico. A filha, por seu lado, vai ser alimentada com uma solução inicial de soro com 0,5% de um composto formoldeídico, com diluições sucessivamente mais baixas até a libertação completa da adicção.

Segundo os investigadores, casos destes são cada vez mais comuns entre filhos de mães fumadoras, ocorrendo com maior incidência no sul da Europa, devido a condições geo-climatéricas.

Fonte: Público, 7 de Setembro, caderno Ciência, pág. 3

PORTUGAL: PESSIMISMO E PEDOFILIA

São dois os principais problemas de Portugal: os poucos pessimistas profissionais, que passam a vida a contaminar o resto da população, e uma governação inadequada, ineficiente, ineficaz e fora de contacto com a realidade no país. Que Portugal e os portugueses têm inegáveis qualidades, não hajam dúvidas. Não é por nada que Portugal é um país independente e a Catalunha, a Bretanha, a Escócia e a Bavária o não são. Não é por nada que o português é a sétima língua mais falada no mundo, à frente do alemão, do francês e do italiano. No entanto, estas qualidades precisam de ser cultivadas por quem foi eleito para liderar e dirigir o país.

O que acontece é que nem agora, nem por muito tempo, Portugal tem tido líderes dignos do seu povo, capazes de liderar a nação, realizar os projectos que foram escolhidos para realizar. O resultado é uma onda de pessimismo, no meio dum mar de desemprego, desinteresse e desorientação que serve de combustível para a economia emocional não funcionar, aquela economia que é tão importante quanto a economia das quotas de oferta e procura.

A consequência é uma retracção não só da economia mas também do psique da sociedade, com uma introversão patológica a manifestar-se no escrutínio colectivo do umbigo nacional, ou um pouco mais abaixo. A não-história da pedofilia, já uma psicose nacional, é um belíssimo exemplo de até onde pode chegar uma sociedade quando nem é orientada nem estimulada a pensar em horizontes mais saudáveis.

Há mais que um ano, a imprensa portuguesa regurgita a história do abuso sexual de meninos do orfanato/escola Casa Pia, apontando nomes sonantes da vida pública que nem têm lugar aqui, visto que até ser provado ao contrário, uma pessoa numa sociedade civilizada, é considerado inocente. Na busca de quem foi ou quem não foi, deu origem ao levantamento na praça pública duma lista substancial de nomes do mundo artístico, desportivo, e político, aos mais altos níveis. Não é a causa do pessimismo em Portugal, mas espelho dele.

A noção que “nós não prestamos, somos os coitadinhos da Europa e a alta sociedade é podre” se ouvia nos finais dos anos 70, desapareceu e com a não governação do primeiro-ministro José Barroso, voltou. Está tangível, quanto mais para um estrangeiro que ama e estuda este país há 25 anos.

Outra manifestação deste pessimismo é a negatividade ao nível das conversas nos cafés (inaudíveis nos claustros de cristal onde pairam os governantes do país) acerca dum evento que a priori é a melhor hipótese que Portugal alguma vez tem tido para se projectar na comunidade internacional? o Euro 2004. O Euro 2004 é o ponto desportivo mais alto na história quase milenar de Portugal. É um dos três mais vistos eventos televisivos no mundo e é uma excelente oportunidade de enterrar de vez a falácia que Portugal é uma província espanhola. Mas o que é que acontece? Enquanto o resto da Europa se prepara com entusiasmo para o Campeonato da Europa em Futebol, se ouve em Portugal por todo o lado que os estádios não estão preparados, ou que não são seguros, ou que os aeroportos não estão preparados. Disparate! Ou pior, uma vergonha, por quem perpetua este tipo de lixo que se chame notícias por aí.

Para começar, os estádios estão tão prontos que já se joga futebol neles.

Segundo, as normas de segurança têm de obedecer a rigorosíssimas normas de controlo estipuladas pela inflexível UEFA.

Terceiro, os aeroportos têm dos sistemas mais avançadas de controlo de tráfico aéreo, total e completamente integrados nos da União Europeia e mais, os adeptos não vão todos chegar no mesmo dia, nem todos de avião.

Quarto, quando os bilhetes foram vendidos na Internet, foi consultada a base de dados proferida pelas forças policiais dos países presentes no Euro 2004.

Quinto, Portugal é alguma vez um alvo para ataques terroristas, desde quando? Só se fossem as FP-25 de Abril.

Porém, onde estão as autoridades a explicarem a verdade, a estimular a população, a instilar o optimismo, não só para o Euro 2004 mas para galvanizar a economia, a liderar o país? Exactamente onde estiveram, estes ou outros, quando os interesses dos portugueses estavam a ser vendidos por um preço barato, o que levou gradualmente à situação actual em que uma família portuguesa gasta substancialmente mais do seu ordenado em necessidades básicas do que no resto da Europa.

Não se admite que num supermercado espanhol, se encontram exactamente os mesmos produtos bem mais baratos do que em Portugal, não se admite que no Reino Unido o cesto básico de alimentos custa bastante menos, quando se ganha cinco, seis ou sete vezes mais. Há duas semanas, vi três restaurantes no centro de Londres com a cartaz “Comam o que quiserem por £5.45 – 9 Euros, ou um pouco menos.

Os portugueses gastam uma fatia tão grande do seu ordenado em mantimentos fundamentais que não há capital disponível para os serviços, restringindo a economia a um modelo básico e muito primário.

Se bem que Portugal é um país pequeno, também é a Bélgica, a Dinamarca, os Países Baixos, o Luxemburgo, a Suiça, a Irlanda. Estes países têm um plano de médio e longo prazo e nestes países ganham os lugares de destaque pessoas competentes e devidamente qualificadas e formadas.

Em Portugal, o plano é ganhar as próximas eleições, ponto final.

O que acontece depois? Há uma onda laranja ou cor-de-rosa a varrer o país e ocupar todos os quadros altos e médios, seja em ministérios, em faculdades, em firmas, até em hospitais.

O grande plano é, quanto muito, de quatro anos, o que explica a pequenez de pensamento e a falta de visão personalizada por uma ministra das finanças que trata a economia do país como se fosse uma dona de casa maníaca, que, munida com uma tesoura gigante, tenta transformar um lençol de cama de casal numa bata para uma boneca diminuta? Corta, corta, corta.

O resultado disso tudo é o que se vê: desempregados à espera de desemprego durante largos meses, não semanas, sem receberem um tostão do governo que elegeram para os proteger. Quão conveniente por isso que o país fale de pedófilos e não da economia, do emprego, da falta de poder de liderança deste “governo” PSD/PP, da ausência duma cariz democrático, ou social, ou popular, da ausência do contacto ou calor humano destes, que foram eleitos para proteger seus cidadãos. O que fizeram? Absolutamente nada. Lamentaram que o país era um caos, e calaram-se.

Então, onde estão as políticas de salvação? Portugal está, e por muito tempo tem sido, liderado por uma argamassa de cinzentos incompetentes que venderam os interesses do país irresponsável e negligentemente para fora. Portugal precisa de quem tenha o brio e a chama suficiente para incendiar a paixão do povo deste país lindo, desta pérola do Atlântico, de ajudá-lo a ir ao encontro dos seus sonhos, acreditar em si, redescobrir as suas consideráveis qualidades e colocar Portugal num lugar de destaque entre a comunidade internacional. O leitor pode apontar quem tenha feito isso nos últimos anos? O José Barroso está a fazê-lo? Caso contrário, se não descobrir, e rapidamente, quem for competente para governar este país, os projectos audazes e brilhantes, que vão de mãos dadas com o espírito e a alma portuguesa, como por exemplo a EXPO 98 e a EURO 2004, ambos com uma gestão excelente e uma preparação de que poucos países se poderiam gabar, perder-se-ão no mar de lamúria de assola Portugal. Francamente, a paciência dos que tanto lutaram para fazer qualquer coisa deste rectângulo atlântico, começa a esgotar-se. Já que gostam de dizer que quem não está bem deve mudar-se, começa a ser uma excelente ideia.

Timothy BANCROFT-HINCHEY

Director e Chefe de Redacção PRAVDA.Ru

Versão portuguesa

Jorge Andrade admite que enganou espanhóis

Jorge Andrade admitiu que enganou a selecção espanhola ao dizer, durante o duelo ibérico de domingo, que a Rússia estava a ganhar 3-1 aos gregos. Isto de acordo com o jornal desportivo madrileno Marca, que obteve declarações do jogador português.

Segundo a Marca,Jorge Andrade assegura que o chamaram ao banco português e lhe disseram que a Rússia estava a vencer por 3-1, o que classificaria a Espanha para os quartos-de-final. Depois, o central da selecção terá ido ter com o ponta-de-lança espanhol Fernando Torres e informou-o da «boa notícia» para a sua equipa. Só a cinco minutos do final da partida é que Cañizares terá sabido que esse não era o resultado correcto e comunicou aos seus companheiros qual a verdade.

«Fui eu», terá admitido Jorge Andrade à Marca. «Que raiva! Enganaram-me. Custa-me fazer este tipo de coisas. Disseram-me no meu banco e eu acreditei. Que me perdoem todos os jogadores e todos os adeptos de Espanha», terá dito o central português, que, como se sabe, joga no Corunha.