Ironias

Com este 25 de Abril, com estes ladrões republicanos, depois da esperança,
vem a ditadura.
Após o descalabro oriental, quando as vespas dos olhos em bico estiverem todas envolvidas em actividades letais, consuma-se o eclipse do bom senso.

Vivem-se tempos absurdos.

Despudorados os economistas proclamam que afinal a economia não é uma ciência mas tão somente um jogo de interesses. Neste ambiente de saque desgovernado e de violência institucional generalizada, medram as falsas soluções. Mas sorrateiramente, inexoravelmente, instala-se, suprema ironia do 25 de Abril, a troika-ditadura. Esbirros locais apoiam-na freneticamente em todos os merdia. É o discurso do caminho único, do partido único, da coesão nacional, do horizonte longínquo.

Portugal perdeu o seu espaço no mundo, a independência, a soberania, a moeda, o estado e todas as gerações futuras estão agrilhoadas ao serviço de uma dívida que não pára de crescer.

-Liberdade?? Queres liberdade? Só depois de morto!

É assim a vida dos carneiros, dos portugueses e dos outros animais domésticos.

IndepJIVViva a INDEPENDÊNCIA de Portugal. De Esquerda ou de Direita, Republicana ou Monárquica!
Mais vale a ingovernabilidade independente!
Somos Portugueses sejamos Portugueses.
Livres, soberanos, ingovernáveis, únicos na sua diversidade.

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