Uff!

Agora já posso fazer outra.
Uffff!! Lá me safei de mais esta.

Uff!! Consegui! A Ucrânia cedeu. Estava a ver que não.
Alinhei bem e vou ser magnificamente recompensado.
Uma brilhante carreira internacional.
Sou o Ronaldo da política externa portuguesa.

Já não preciso de concorrer a PR. Pode ser o Marcelo.
Vou dizer ao Passos para actuar de imediato.

Marcelo cede à emoção, voa para Lisboa e levanta Congresso.

Feito!
Sou até melhor que o Ronaldo.
– – –

O Barroso tem coisa melhor. Tem de ser o Marcelo.
O Barroso já não vem. Uff!!!

Nós pagamos para eles. Até quando?

Reparem bem nestas duas notícias no DN do mesmo dia:

DN21Fev14Neste Diário de Notícias, duas noticiazinhas muito juntinhas. Será que foi de propósito?

Eles fojem com brutos ordenados e nós pagamos!
Isto é grotesco! Estão a gozar conosco!!

Eles a locupletar-se e nós a fazermos a austeridade.
Irra!

Que grande caso de Top-Porco!!

Sejamos realistas…

Sejamos realistas. Exijamos o impossível!!
A memória do Maio de 68 está de volta.

A possibilidade e a realidade
Sejam realistas, exijam o impossível!!

Sejamos realistas. Este governo é uma nódoa. Este governo não presta. Este governo faz mal ao país.
Este governo tem de acabar. Este governo tem de sair. Este governo tem de ser derrubado.

É preciso lutar. É preciso não lhes dar descanso.
É preciso exigir o que eles nunca nos poderão dar.
Ousemos exigir o que tem de ser feito e eles nunca farão.
Exijamos o impossível!

Aguenta…

15?? Isso é muito caro!!
Aguenta, aguenta…

Aguenta Ulrich, aguenta…
Então achas que isto é uma ditadura do tribunal constitucional, onde “quinze detêm poder sobre milhões” (SIC)
Deves estar a querer tapar o Sol com a peneira.
Com certeza que achas que só um é que é melhor, especialmente se fores tu com os teus milhões.

– –
Um conhecido agiota vem queixar-se em público que não aguenta o tribunal constitucional. Ai aguenta, pois aguenta…

– – –
Viva a libertação dos povos dos agiotas internacionais.
Aproxima-se o tempo do novo holocausto (pacífico e sem mortes…),
onde perecerão os agiotas, lançados nas chamas da reeducação dos fornos
erigidos pelas massas populares esclarecidas e vigilantes.

Clandestinidade

Toma lá comida de urso
peoples-stick-

Os portugueses estão a entrar na clandestinidade.
Não na clandestinidade política de outrora, mas na clandestinidade fiscal, que é pior. Estão a ser condenados à inexistência, à irrelevância, à não vida.
Falta escrever o manual do guerrilheiro urbano, perdão, o manual do guerrilheiro fiscal.
Quer quer ser o novo Che, o novo Castro ?

O estado nação transformou-se, pela mão dos agiotas internacionais anónimos, no estado prisão, onde as gerações novas nascem já para pagar dívidas.

Viva a libertação libertária.
Viva Bakunine!

– A propriedade é um roubo! –

O melhor para a zona Euro

O melhor para a zona euro era a Alemanha sair do Euro.
Assim todos os países poderiam crescer.
E Chipre também.
Se Chipre ficar no Euro vai ficar Troikado durante anos e anos.
Se fugir do Euro, vai ser ainda pior.
Se quebrar a disciplina do Euro, é expulso?

– –

Se a Alemanha permanecer no Euro, as dívidas em Euros continuarão a afogar os países do Euro e sobretudo os que fugirem dele. A Alemanha tem de mudar de política e deixar o Euro enfraquecer, ou então sair do Euro.
A bem de todos e da própria Alemanha.

A Segurança Social é uma aldrabice

O antigo governante Mira Amaral considerou hoje que o sistema de contribuição para a Segurança Social é uma «aldrabice» e que as novas gerações de trabalhadores não deviam contribuir para um sistema que lhes vai falhar no futuro.

Cá em Bruxelas já sabemos isso há muito tempo.

A Deusa
Amaral ama a deusa do petrodollar

Prémio Nobel

Ah! Recebi o Prémio Nobel.

Um prémio de carreira. Um prémio que vem galardoar todo o trabalho que tenho feito por este continente: o humanismo, o desenvolvimento sustentado, a fraternidade, a cultura… e mais não digo, que o meu caráter muito humilde não me permite.

Ah! A felicidade de ser reconhecido. Até fui convidado, na primeira pessoa, para receber o prémio em mãos em Estocolmo. Deve ser do meu exemplo de emigrante, um exemplo que não me canso de invocar em Portugal. E estão a ver? Emigrem: o sucesso é garantido. Um Prémio Nobel espera por todos vós. Este é meu. Mas há outros todos os anos.

Ah! O Prémio Nobel da Economia… ou terá sido da Medicina? Tanto faz. É o reconhecimento de um trabalho de vida. Terá sido por ter ajudado o Bush a fazer a guerra no Iraque? Quem sabe… Pode ter sido tanta coisa. Só tenho feito coisas boas pela vida fora. Alguma vez havia de me calhar.

Ah!… Vou pedir a reforma. Agora só me falta mesmo uma equivalência a licenciatura.

Filmes financiados pela Europa

O filme “As linhas de Wellington” começa bem.
Com intensidade e até há um crescendo dramático, com boas imagens

Depois perde-se.
Falta-lhe intriga, falta-lhe aventura.

O Wellington parece um maricôncio que só quer ser retratado por um pintor francês. Nada da férrea arte do comando e do galvanizar os homens que era seu apanágio, nada de estratégia e de ponderar opções face a dificuldades, nada da intriga política Whig que o parasitava .. Este filme faz dele um personagem nulo, com um argumento abaixo de nulo.

Em vez de uma batalha final, ou de uma aventura para resgatar uma donzela às mãos do inimigo, com uma perseguição, com um confronto, com um climax, temos um desabamento de pedras que matam um rapaz, que é enterrado e o filme termina.

O filme termina com um enterro.
Este filme merece um enterro
Este filme é um enterro.

Que tristeza, desbaratar assim uma ideia que podia ter sido tão boa.

Pior que este desbaratar só a crise do Euro, em que ignorantes esquartejam sem só nem piedade as economias em nome de uma cura miraculosa.

Não foi para isto que imigrei.

Tristes latitudes

Creio que o deus papão chamado déficit já foi suficientemente desmascarado para se entender que o
déficit é a garantia de trabalho das gerações futuras.

Alicerçar uma politica económica em concepções éticas pré medievais conduzidas por uma cripto soviética anafada e que padece de miopia centro-europeia, só nos vai colocar a níveis económicos anteriores ao renascimento, próprios de uma economia de subsistência.
Tal não é compatível com a actual estrutura económica globalizada.

O empobrecimento é garantido quanto se retira ao estado o papel motor da economia, inibindo-lhe as políticas de fomento e circulação monetária assentes na emissão de déficit e cobrança de impostos.

Quebrando o ciclo monetário pela transformação do estado numa imensa máquina de cobrar juros para os agiotas internacionais anónimos, o fluxo monetário perde circulação e estiola, pois é absorvido inexoravelmente pelos buracos negros dos fundos financeiros globais.

A ética vigente é sempre uma ética da classe dominante.
E este neo liberalismo sem classe, está-se a perverter para um neo esclavagismo por via do esvaziamento da classe média e da concomitante emergência de super ricos, intocáveis e impunes, num vasto oceano de magros assalariados cujo horizonte é a subsistência estéril, sem capacidade económica para constituir família.

Tristes latitudes…

Kit Emigração

O meu testemunho:
Usei o kit e coloquei um anúncio: “Primeiro ministro em funções de país europeu procura lugar compatível”
Arranjei logo colocação em Bruxelas.
Outros ficaram a andar por aí.

Kit de Emigração
Mais uma iniciativa de sucesso da dupla Coelho-Gaspar

Não sejas tóto. Usa o kit!