1 tinto, 2 tintos, 3 tintos

Vou começar pelos 3 tintos que acompanharam cabrito assado na casa de deus.

Ponte da Barca, Minho verde branco 2011, 10,5% de álcool, meio seco. Fresco, doce, borbulhante. Um bom refresco para acompanhar cabrito no forno.

Periquita, Setúbal tinto 2010, 13% de álcool, Castelão. Um vinho clássico para festas de Natal antecipadas. Doce e áspero, meio corpo, copo cheio!

Adega de Palmela, Palmela tinto 2011, 13,5% de álcool. Um vinho já bebido e apreciado aqui no Chornal. Acompanha bem pratos típicos, mesmo que benzidos.

Os 2 tintos foram bebidos mano a mano até à exaustão. Depois trouxe as garrafas para cima e cá estamos nós.

Quinta de Saes, Dão tinto 2009, 13$ de álcool, Touriga Nacional e Alfrocheiro, 12 meses em carvalho francês. Um vinho excelente nesta gama de preço (já não me lembro mas foi barato). Um ligeiro toque de sabor a Dão, mas o facto de não ter Jaen, fá-lo dar um salto em frente. Fresco, suave, meio encorpado, meio doce, um toque leve de ácido, e aí está uma bela pomada.

Quinta da Lagoalva, Tejo tinto 2010, 13,5% de álcool, Castelão (50%), Touriga Nacional (50%). Equivalente ao anterior, mas mais seco. Pareceu-me melhor que da última vez (o que já tinha acontecido antes), pelo que concluo que envelhece bem em garrafa.

Por fim, 1 tinto singular.

Porta dos Templários, Beira Atlântico tinto [2011], 12% de álcool. Um vinho barato (menos de 2€) e tão bom como todos os anteriores. Uma verdadeira surpresa. Trouxe-o num dia de pesquisa pelas prateleiras de vinhos baratos e foi a melhor aquisição dos últimos tempos. Vou comprar uma palete!

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