Rabos de praia

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“Põe-me óleo no rabo”, pedia-lhe ela em francês, enquanto enviava o bikini pelo rego adentro para não ficar manchado.

Ele espalhava-lhe o óleo por aquela imensidão de rabo a perder de vista.

E ela insistia: “põe-me mais óleo no rabo”. E estiveram nisto mais de um quarto de hora, sempre na língua do primeiro cinema… e, provavelmente, do primeiro cinema pornográfico também.

E, de cada vez, ela voltava a recolocar o bikini no sítio: tirava-o de dentro das nádegas, puxava-o para fora com os dedos médios de cada mão, afastava-o bem do rabo deixando o olho arejar e apanhar um pouco de sol, e depois largava-o deixando-o estalar sobre os glúteos.

“Ahhhh”, gemia ela de prazer, mas ele parecia não entender.

Arte vaginal

Um caiaque com vagina. Ou melhor, um caiaque com forma de vagina! [1]

Megumi Igarashi, de 42 anos, queria imprimir fotografias da sua vagina em 3D, para a construção de um caiaque com a forma da mesma. Mas as leis da obscenidade japonesas não permitem ir tão longe e a artista foi detida para verificação.

O Chornal apurou que vão verificar-lhe a vagina e testar a segurança que poderá ter um caiaque com furo ao meio. Provavelmente o projeto vai derivar numa boia para crianças e adultos com o nascimento mal resolvido. A criança entra de pés e fica com os sovacos encostados à vagina. Pode até começar a treinar umas lambidelas!

Algumas obras com a forma da vagina da autora

Põe a palhinha no buraco


Protótipo



Enterrada até às orelhas



Exposição

Eusébio

Então ontem, a senhora, já com a respeitável idade de 95 anos, reformada dos CTT, contou:
-Naquela noite estava de serviço como telefonista, quando, altas horas, me pediram para ligar para Direcção Geral dos Desportos por causa de um tal Eusébio, que eu nunca tinha ouvido falar.
Enganei-me e liguei para a presidência do Conselho de Ministros. Conheci-lhe logo a voz, verdadeiramente salazarenta: “Boa noite”. Atendeu-me o Salazar, nem mais!
Fiquei toda nervosa, cheia de medo e a pensar “Mas como é que me fui enganar assim? O que é que ele vai pensar de mim? O que irá acontecer?”
Desfazia-me em desculpas pelo engano quando ele, com o seu jeito de estar na vida, me interrompeu e disse:
“Minha senhora, não tem nada de me pedir desculpas.
A estas horas só poucos como nós é que trabalham. E se a senhora estiver tão cansada como eu é natural que cometa enganos. Eu é que lhe agradeço por estar a trabalhar. É de trabalho que este país precisa.”
Não foram estas as palavras exactas e emocionadas com que ela o contou, mas o sentido era mesmo este, com o rigor com que o consigo escrever.

Dá que pensar:
Ele atendeu porque não estava lá mais ninguém?
Mas o homem era um workaholic?
E a resposta é tão ideológica, tão dele…

Enfim, tal como o Eusébio, está a morrer toda uma época, toda uma geração, todo um sistema de crenças.

E agora Portugal?
Um líder dá sempre jeito, mas vais ter de te safar com ou sem ele.

Cada um jogava no seu campo
Uma época

Recomenda-se

E então dei-lhe boleia.
Era uma antropóloga autraliana e já andava por cá, a estudar os nativos, fazia mais de um ano.
Palavra puxa palavra e vai daí descaiu-se a dizer que tinha um blog onde escrevia sobre os portugueses.

Recomenda-se.

http://popanth.com/article/ten-things-ive-learned-about-the-portuguese/

Pornô wanabees

Dão um milhão para Miley Cyrus ser estrela pornográfica

miley cyrus

“A empresa de filmes pornográficos GameLink ofereceu 1 milhão de dólares (cerca de 739 mil euros) à cantora pop para ela se despir e protagonizar cenas de sexo. Miley ainda não comentou a proposta.”, in DN

Miley aceitou e logo mulheres em todo o mundo colocaram as mamas de fora. Gozde Kansu fê-lo ao vivo na TV e já pediu a demissão, pois conseguiu um contrato para porno star nos EUA.

Dia de praia

Ontem passei o dia na praia. Já não via tantos rabos e mamas juntos desde o ano passado. Bem, talvez aquelas orgias da net@…

Enfim. Foi um fartar de bikinis curtos e fios dentais metidos pelos rabos acima. Mamas aos pares a passearem para trás e para a frente.

O primeiro dia de praia de jeito foi também a primeira maré viva com gente na praia e, por isso, havia conquilhas à fartazana. Bastava meter os pés na areia e saltavam logo três ou quatro conquilhas cá para fora. E enquanto apanhava conquilhas o cenógrafo ia mandando passar rabudas e mamalhadas ainda em maior número que as conquilhas que saltavam da areia, para manter o ambiente sempre fresco e renovado.

Um belo dia de praia, e no fim ainda trouxe três quilos de conquilhas que fugiram ao circuito taxador das Finanças e dos bancos.