os 100 dias de obama – part II

Os resultados não são nenhuns. O descalabro financeiro continua. Não houve uma única medida digna de registo que não fosse a reboque duma realidade que já aconteceu. O sistema financeiro continua em queda livre. Às construtoras automóveis foi dito para prepararem a falência. O discurso permanece optimista.

A esquerda europeia continua enamorada do obama. A direita europeia também, na verdade. A paixão da esquerda europeia pelo obama é realmente uma paixão, ou seja, uma coisa estúpida. Os sucessos que a esquerda europeia vê nas acções do obama são de tal maneira desfazados da realidade que ridicularizam quem os vê.

O resto do mundo não parece enamorado do obama e da sua equipa. Os adversários americanos no iraque, no irão, no afeganistão e e na coreia continuam isso mesmo, adversários, e para nenhum deles se vislumbra solução. Os americanos precisam de adversários à altura e é aí que entram os piratas somalis, gajos semi-desarmados em que se dão uns tiros para justificar a capacidade militar e o orçamento correspondente.

Enquanto isso, a China aumenta as despesas militares e vai construir um porta-aviões, a Rússia manda construir de urgência (para 2010) 6 submarinos nucleares. Até a Índia, pouco dada a hegemonias globais, começou a comprar submarinos nucleares. Por outro lado, o orçamento militar dos EUA só pode descer, fazendo de alguma maneira lembrar o tempo em que se gozava com os russos por não terem dinheiro para o combustível dos barcos de guerra.

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