Diz o independent que os ingleses têm um buraco no orçamento de 8.000 milhões de contos. Diz o mesmo independent que o seu orçamento para a defesa é de quase 8.000 milhões de contos. Problema resolvido, elimina-se o orçamento da defesa. Os EUA têm oficialmente um orçamento de 120.000 milhões de contos para a defesa, mais do que o resto do mundo todo (!). Segundo alguns o número não inclui tudo, sendo o verdadeiro número próximo do dobro disso, o tal trilião à americana. Ora aí está um sítio onde é possível reduzir as despesas. O que não dá, provavelmente, é para conciliar isso com aventuras em zonas geoestratégicas que são vizinhas da china, contra a sua vontade, como o afeganistão, e pedir aos chineses dinheiro para o fazer.
Reduzir as despesas militares pode tornar-se rapidamente um dos requisitos de sobrevivência da competitividade da economia. Ou isso ou o sistema financeiro. Não dá para tudo. Tudo parece indicar que após o tesão do mijo a próxima tendência é para uma redução dos gastos militares. A guerra custa muito dinheiro. Todos os que estão em dificuldades económicas lhe vão, com mais ou menos vontade, virar as costas. [1], [2], [3]
P.S.: Acabámos de encontrar um princípio de solução para a crise financeira. Não foi tão difícil quanto pensávamos. Agora temos mais que fazer.
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