Funanás

Há uns 15 anos atrás, vinha na autoestrada, depois de um choco frito na bacia sul do Sado, e uns tipos, vindos do acesso do Fogueteiro, entraram sem olhar e bateram-me.
– “E como é que fazemos?”
– “E onde é que vou reparar?”
– “Eu vou à oficina do Dú”, disse eu.
– “O Dú? Conheces o Dú?”
– “Claro que conheço. Desde pequenino. O Dú é melhor que família.”, respondi.
E lá ficámos, a ouvir Funaná, e a dançar na autoestrada, eu com a Maria dele, ele com a minha, até não haver mais música.

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