O Dogma

É claro que esta pandemia é perigosa, que estamos todos com mais ou menos receio das consequências da doença.
Mas a decisão de vacinar a população, sem que cada um pague – aparentemente – por essa vacinação, é um dos cernes da questão.
Todos nós estamos a pagar por esta operação gigantesca da vacinação da população mundial. Mas só alguns estão a usufruir financeiramente disso. E temo que, os que estão a beneficiar, sejam os que tomaram a decisão de vacinar a população. Se eu não tivesse escrúpulos nenhuns, também tinha comprado ações das empresas farmacêuticas que produzem e distribuem as vacinas. Porque sei que isso vai dar dinheiro quase eterno.
Outro aspeto deste problema é que as vacinas não protegem as pessoas de serem infetadas, nem de infetarem os outros.
Dizem, os responsáveis políticos, que as vacinas protegem as pessoas de doença grave, mas não divulgam os números completos das infeções para nós podermos decidir pela nossa cabeça.
Eu sou um Data Scientist, há mais de 30 anos que trabalho com números e, a mim, “ninguém me faz a cabeça”.
Quero ver os números todos. Quero saber quem são os infetados neste momento, quem é que morre, quero cruzar esses valores com os que são vacinados e os que não são vacinados. Mas, como todos podem perceber, esses valores não são divulgados. Só quando aparece um infetado não vacinado é que isso é referido. Os outros casos – os vacinados infetados – são quase sempre abafados.
E, como homem político, a minha interpretação é que esses valores não são divulgados por um (ou dois) dos seguintes motivos:
1) porque os responsáveis políticos estão com medo e querem, com a vacinação, tentar resolver um problema complicado, como um navegador que quer dobrar o cabo das Tormentas e chegar a mar calmo
2) ou porque alguns decisores compraram ações das empresas farmacêuticas e estão a querer beneficiar financeiramente com a vacinação.
Deem-me números. Sejam realmente democratas e transparentes. Deem números à população para a população poder decidir o que quer fazer, pela sua cabeça.
Tudo o resto é obscurantismo.

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