Blade Runner

Eu sabia que não valia a pena.
Preconceito, ou experiência?
É impossível igualar o Philip K. Dick.
É impossível igualar o Ridley Scott.
É impossível igualar o Vangelis.

O problema dos filmes de ficção científica é a secura dos ambientes. O Blade Runner não sofre desse problema, portanto não parece falso. Este está pejado de aridez.
Os planos de câmara são péssimos, o 3D é medíocre
Não há alma, não há magia.

No outro, todos os planos são ricos em conteúdos. Este é de uma aridez insuportável.

Há partes do argumento deste que parecem saídos de um filme de categoria Z. Por exemplo: aquele momento em que os andróides estão a anunciar que vão fazer “a revolução”.
“A revolução”? Por amor de deus. Foi essa banalidade que o Ridley Scott eliminou do filme, quando criou a palavra Replicant, para substituir Andróide.
Banalidade e obra prima vivem em cantos completamente opostos da casa.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *