Vinho e peixe frito

Para acompanhar pratos típicos algarvios, abrimos umas garrafas: umas conhecidas, outras não. Aqui vão.

Encostas d’Alqueva, Alentejo tinto 2012 Reserva, 13,5% de álcool. Doce, com sabor a frutos vermelho, especialmente amora, e com um toque de acidez, mas o sabor que sobressai mais é a madeira, quase no limite da minha aceitação.

Doméa, Côtes de Bergerac branco 2013 Moelleux, 11,5% de álcool. Doce, encorpado, frutado, com uma acidez muito baixa. Dos poucos brancos que não me causou mal estar.

Foral D. Henrique, Dão tinto 2013, 12% de álccol, Touriga Nacional, Jaen, Alfrocheiro e Tinta Roriz. Um vinho com pouco corpo, um sabor ligeiro a pipa velha e ligeiramente adocicado típico do Dão. Bebe-se bem no verão a acompanhar peixe frito.

Lagar Velho, Douro tinto 2005, 12,5% de álcool, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca. Tive algum receio em comprar um vinho já com 9 anos, por não saber onde tinha estado armazenado durante estes anos todos. Estava em promoção, por isso comprei duas garrafas. A primeira tinha um travo ligeiro a velho, mas ainda sobressaíam os sabores a fruta, e notava-se uma frescura bem conservada. Um vinho pouco encorpado, pouco doce, pouco ácido e ligeiramente acre. A segunda garrafa estava em melhor estado: não se notava o sabor a velho, tinha mais corpo, e os sabores eram mais salientes, tanto o doce como o ácido.

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