Europeias – II

Nunca demorei tanto tempo a votar, como nestas europeias. Não que houvesse filas de eleitores – não havia ninguém – mas porque ainda não tinha decidido em quem votar e fui fazê-lo para a cabina de voto.

Entre as 18 opções – os 16 partidos e movimentos concorrentes, o branco e o nulo – as promessas e aldrabices eram à farta. Do voto útil ao voto inútil, as opções eram todas. Dos conhecidos às novidades, totais.

Lá pus uma cruz no quadrado, a custo… se a quadrícula tivesse a forma de vagina tinha sido muito mais rápido.

No fim e para matar o desalento, há umas farturas mesmo à porta das eleições.

farturas

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