26 horas

6ª feira, 22:30 – conclui o dia de trabalho. Tinha dormido 4h, comecei a trabalhar às 8h e por volta das 19:30 fui acordado 3 vezes por colegas meus: estava a dormir em pé e lá continuei até às 22:30.

Fui para Cacilhas jantar e descontrair de uma semana estupidamente exigente. Entre copos e minissaias e decotes que me passaram à frente dos olhos, fui deitar-me às 4:30.

Acordei às 9h de sábado para mais uma grande caminhada de montanha descendente até à psicina natural do Espichel.

Às 16h, outro compromisso: a festa de conclusão de curso de uma amiga de longa data que terminou a licenciatura em Economia. Adormeci no sofá. Às tantas apareceram umas colegas dela com umas microssaias tão curtas que, de certeza se viam as cuecas, mas fiz um esforço enorme em não olhar, porque a diferença de idades proibe-me disso, portanto não posso confirmar.

Saí às 20h para mais um compromisso: o aniversário dos 40 anos da minha fadista mais querida, na Mouraria. Fui com o nick, de barco, para podermos beber à vontade e não infringirmos a lei.

Apaixonei-me meia de dúzia de vezes por outras tantas fadistas que passaram pelo palco. Da fadista Manga à fadista Castiça, passando pelas fadistas de minissaia e de mamas grandes… foi uma noite de paixões.

A festa durou até às tantas e só saímos por volta das 3:30. Viemos de boleia com um amigo de longa data que aparentemente tinha bebido 2 litros de vinho, mas que parecia aguentar-se em cima das pernas.

Tudo correu bem até à última curva, onde decidiu guinar à frente da Polícia a alta velocidade e sem fazer pisca. Porra!

Fomos perseguidos e caçados 100 metros à frente e, depois de muitas peripécias, só me fui deitar às 6:30.

Não há descanso. Se estivéssemos em guerra acho que conseguia dormir mais do que isto.

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