Outros tintos

Durante as últimas semanas fui bebendo uns tintos porreiros. Ei-los.

Granja Amareleja, Alentejo tinto 2009, 14% de álcool, Moreto, Pé-Franco. Com um travo a madeira que se mistura com um sabor a velho à medida que o tempo vai passando. Tem que ser bebido muito depressa, não aguenta um dia depois de aberto, a menos que vá para o frigorífico, caso contrário envelhece até morrer. Mas é um bom vinho, forte e encorpado.

Piteira, Alentejo tinto 2012, 13,5% de álcool. Feito em talhas ou recipientes de barro, o que dá ao vinho um sabor particular, leve e fresco.

Lenda de Dona Maria, Alentejo tinto 2011, 13,5% de álcool, Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet. Mais um alentejano típico, doce e ligeiramente áspero.

Castello D’Alba, Douro tinto 2010 (unoaked), 13% de álcool, Touriga Nacional. Ácido qb, doce qb, áspero qb. Bem misturado, sem madeira, uma bela pomada.

Castello D’Alba Vinhas Velhas, Douro tinto 2011 Grande Reserva, 14,5% de álcool, Tinta Amarela, Tinta Barroca, Tinta Francisca, Tinta Roriz, Touriga Franca, Touriga Nacional e Souzão. Estágio em carvalho francês usado durante 18 meses. Uma bela mistura com uma grande complexidade de sabores. Belo vinho, só é pena ter tanto álcool.

Kopke, Douro tinto 2010, 13,5% de álcool, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão. Um belo vinho com um toque de madeira, o que lhe confere um sabor ligeiramente envelhecido que mistura bem com o doce e o ácido típico dos vinhos do Douro.

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