25 de abril, sempre

Assim que tocaram as zero badaladas, abri logo uma de tinto. Depois foi sempre a abrir… garrafas.

Divinica, Douro tinto 2009, 13% de álcool, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Tinto Cão, Tinta Amarela, Tinta Francisca. Uma água pé meio seca, meio deslavada. Mas bebe-se bem.

Vinha Val dos Alhos, Palmela tinto 2011, 14% de álcool, Castelão. àspero, leve, metálico.

EntreIIsantos, Bairrada tinto 2007, 13,5% de álcool, um vinho Campolargo. Uma bela pomada com sabor envelhecido, castanho, mas com um toque frutado lá no fundo. Já comprei mais duas!

Planície, Tejo tinto 2011, 13% de álcool, Castelão e Aragonez. Não vou com a “cara” deste rótulo, sei lá porquê. E tinha razão pois não me agradou nada mesmo.

Vila Régia, Douro tinto 2011, 13% de álcool. Doce, meio ácido e um toque de aspereza. Cada vez melhor.

Casa Ermelinda Freitas, Setúbal tinto 2009, 14% de álcool, Touriga Franca. Não engraço com os vinhos da Ermelinda Freitas e este é o primeiro que compro depois do premiado Syrah de 2005. E tinha razão em não gostar: isto tem tanta madeira que parece um fermentado de serradura. Na verdade, só comprei para provar um monocasta de Touriga Franca que nunca tinha tido a oportunidade de beber, mas fiquei na mesma: isto é serradura, não é vinho. E serradura americana, que é a mais madeirada.

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