Sável frito

Fomos ao Sável à Vialonga. A açorda de ovas já foi melhor, mas estava bastante boa.
Os tintos vão melhorando com o tempo.

Cabriz, Dão tinto 2009 Colheita Selecionada, 13% de álcool, Touriga Nacional, Tinta Roriz e Alfrocheiro, 6 meses em carvalho francês e depois guardado engarrafado em cave até sair para o mercado. Bom. Relativamente fresco, mas já sem aqueles sabores voláteis dos vinhos novos. Acompanha bem fritos.

Casa de Santar, Dão tinto 2007, 13,5% de álcool, Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinta Roriz. Um vinho não filtrado e mais encorpado e envelhecido que o anterior. Mais denso, mas seco. Porreiro. Depois voltámos novamente ao Cabriz para refrescar as goelas!

Borba, Alentejo tinto 2010 Reserva, 13,5% de álcool. Um bom vinho alentejano. Já não bebia vinhos do Alentejo há muito tempo por serem demasiado doces, tão doces que até enjoam. Mas este é ligeiramente áspero e caiu-me no goto.

Papa Figos, Douro tinto 2011, 14% de álcool, 12 meses em carvalho francês. Mais alcoólico que o 2010 (que tinha 13% de álcool), mas com um sabor semelhante. No meu caminho do Esteva para o Barca Velha, já ia no Callabriga e tinha-me esquecido deste. Está feito. Agora sim, o próximo é o Quinta da Leda.

Quinta do Carqueijal, Douro tinto 2010, 13,5% de álcool, Tinta Roriz, Tinta Barroca e Touriga Franca, 4 meses em carvalho francês e 4 meses em garrafa. Bebido depois dos outros dois até parece que foi curtido em óleo de cedro, mas gostei imenso do sabor e da adstringência.

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