Parcerias público privadas

Entou um tal de Fedelho, ou Lebre ou Coelho, no meu táxi. E com ele vinha um senhor respeitável, tão respeitável que até parecia um banqueiro.

Que a tríade queria acabar com as putas público privadas, ou lá o que era… mas o senhor respeitável tirou uma maço de notas roxas do bolso e disse “há mais donde estas vieram”.

Mandaram-me parar em Belém para comer uns pastéis, mas entrou um tipo carrancudo a comer bolo rei e falava enquanto comia… Que aquilo era um bom negócio, que dava 150% ao ano…

Então, mas o povo, perguntou o mais novo, “o povo que se foda”, responderam o sr. respeitável e o bolo rei em uníssono.

“Deixa-me aqui ligar ao meu amigo que está a estudar filosofia na Sorbonne, que já percebes tudo, ó fedelho”, disse o bolo rei.

E lá continuámos às voltas pela cidade enquanto iam entrando mais malfeitores no banco traseiro para convencer o fedelho que as putas público privadas eram uma solução de futuro para uma elite de malfeitores.

Nisto entrou o Relvas, mas foi corrido a pontapé: “Vai estudar Relvas”, gritaram os PPP…

Putas pederastas e paneleiros???

Acho que nunca vou saber o que aquilo significa…

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