Senhor Presidente
Com o país em crise, farto de trabalhar que nem um cão, e sem conseguir o retorno que remunere o esforço desenvolvido; num país onde os grandes golpistas e os protegidos se safam, e os desinformados continuam a pagar as grandes vidas, reformas e dividendos de um pequeno grupo de iluminados que controlam o poder democrático; venho por este meio comunicar a Vossa Excelência que estou a considerar a possibilidade de deixar de remar contra a maré, aludindo a uma conotância – o Mar – que Vossa Altitude tão bem soube repescar depois de o ter afundado há 20 anos atrás, mas as grandes inteligências são assim mesmo, vêem mais longe que os pobres de espírito que limitam a sua actividade a trabalhar 12 horas por dia e a pagar o dízimo aos Doutores que põem o óleo na engrenagem; deixar de remar contra a maré do crime democrático, dizia, e solicitar a Vossa Sapiência uma pista que permita apontar um novo rumo nesta vida que tem sido de trabalho sol-a-sol, uma informação talvez…
Não haverá por aí uma qualquer sociedade, onshore ou offshore, ligada a um banco descartável, que venda acções a um euro, hoje, e as recompre a três e meio daqui a um ano? Dava-me imenso jeito, para ajudar a endireitar a minha vida. Um telefonema, um email…
Saudações democráticas
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