{"id":6309,"date":"2009-03-15T21:50:25","date_gmt":"2009-03-15T21:50:25","guid":{"rendered":"http:\/\/inacreditavel.ioio.info\/?p=6309"},"modified":"2009-03-17T01:24:30","modified_gmt":"2009-03-17T01:24:30","slug":"7-vinhos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.inacreditavel.pt\/?p=6309","title":{"rendered":"7 Vinhos"},"content":{"rendered":"<p>Uma almo\u00e7arada combinada em cima do joelho reuniu uma trupe de malfeitores e umas garrafas de vinho. Abrimos com uma garrafa j\u00e1 aberta, eleita por alguns como a melhor pomada do dia. No entanto, esses alguns n\u00e3o ficaram at\u00e9 ao fim e n\u00e3o provaram os vinhos todos.<\/p>\n<p>Castas d&#8217;Ervideira, Alentejo, tinto 2006, Tinta Caiada (monocasta), 13,5% de \u00e1lcool. Um vinho com sabor m\u00e9dio a madeira, \u00e9 a primeira vez que bebo um Tinta Caiada monocasta, mas o sabor deste parece um Syrah misturado com Aragonez, ou seja, um doce seco com um travo m\u00e9dio de adstring\u00eancia. Mas que grande pomada!<\/p>\n<p>O seguinte foi o Sanguinhal, Estremadura tinto 2004, Cabernet Sauvignon e Syrah, 14% de \u00e1lcool, estagiou em madeira. Um vinho sanguinolento por unanimidade, com um toque de acidez que faltava ao anterior (a acidez \u00e9 geralmente usada para o sangue n\u00e3o coalhar). A 2\u00aa melhor pomada, segundo um dos convivas.<\/p>\n<p>Veio ent\u00e3o uma supresa do D\u00e3o: o Meia Encosta, D\u00e3o tinto Garrafeira 1995, 12% de \u00e1lcool, um vinho da casa Borges (os mesmos do Tinta Roriz e do Touriga Nacional j\u00e1 muito bebidos por este blog), estagiou 6 meses em carvalho e 13 anos em garrafa. Macio, suave e ligeiramente doce, sabores concedidos talvez por uvas da casta Jaen&#8230; Gostei bastante.<\/p>\n<p>Abrimos depois uma garrafa sem r\u00f3tulo de um vinho armazenado em casa do <a href=\"http:\/\/www.inacreditavel.pt\/?auth_id=8\">nick<\/a> durante mais de 10 anos. Um vinho que perdeu acidez e ganhou complexidade uma hora depois de aberto. N\u00e3o sabemos de onde vem, que uvas tem, nem a percentagem de \u00e1lcool, mas acompanha bem carnes grelhadas e outros petiscos. Maldito para os apreciadores de r\u00f3tulos (mas n\u00e3o de r\u00f3tulas).<\/p>\n<p>Novo salto ao Alentejo: Almojanda, Alentejo tinto 2003, 13,5% de \u00e1lcool, produzido pela sociedate agr\u00edcola Tapada do Chaves, carvalho portugu\u00eas, Trincadeira, Castel\u00e3o e Aragonez. Um vinho equilibrado, bom para acompanhar comida!<\/p>\n<p>Pass\u00e1mos aos vinhos biol\u00f3gicos. O primeiro a abrir foi o Quinta da Urze, tinto Douro Superior 2006, 14% de \u00e1lcool, Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca, uvas de agricultura biol\u00f3gica, estagiou em madeira. Um vinho bastante frutado, um capil\u00e9 para alguns&#8230;<\/p>\n<p>Para os resistentes, abrimos uma garrafa de mais um vinho de uvas sem qu\u00edmicos: Ch\u00e2teau Les Minauderies, Premi\u00e8res C\u00f4tes de Blaye, tinto 2006 Gran Vin de Bordeaux. Cabernet Sauvignon e Merlot? Sim, para variar. Bastante elogiado pelos especialistas que ficaram para o jantar.<\/p>\n<p>Quanto aos comes, fiz\u00e9mos uns mexilh\u00f5es guisados, uma caldeirada com todos, uma feijoada de lebre, um bacalhau na brasa, nacos de carneiro grelhado, batatas cozidas, arroz, saladas, 4 litros de ch\u00e1 verde japon\u00eas <em>bio<\/em> feito na hora, v\u00e1rias sobremesas e aperitivos&#8230; Enfim, foi uma festarola.<\/p>\n<p>Bebeu-se e comeu-se tudo, n\u00e3o ficou nada&#8230; N\u00e3o v\u00e1 o sr. sousa lembrar-se de passar por aqui e cobrar imposto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma almo\u00e7arada combinada em cima do joelho reuniu uma trupe de malfeitores e umas garrafas de vinho. Abrimos com uma garrafa j\u00e1 aberta, eleita por alguns como a melhor pomada do dia. No entanto, esses alguns n\u00e3o ficaram at\u00e9 ao fim e n\u00e3o provaram os vinhos todos. 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