{"id":4442,"date":"2008-11-24T02:37:37","date_gmt":"2008-11-24T02:37:37","guid":{"rendered":"http:\/\/inacreditavel.ioio.info\/?p=4442"},"modified":"2008-11-24T02:55:26","modified_gmt":"2008-11-24T02:55:26","slug":"conversas-com-o-dr-ivanoff-n%c2%ba-1","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.inacreditavel.pt\/?p=4442","title":{"rendered":"Conversas com o Dr. Ivanoff &#8211; n.\u00ba 1"},"content":{"rendered":"<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\">Esta \u00e9 a primeira das conversas do chornal com o Dr. Ivanoff. O chornal regozija-se com a oportunidade de ter consigo este convidado, um cientista de craveira internacional, uma refer\u00eancia na sua \u00e1rea de conhecimento.O Dr. Ivanoff \u00e9 \u00e9 um perito em antropologia sexual, um dom\u00ednio relativamente desconhecido do p\u00fablico. <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Dr. Ivanoff, sendo esta a nossa primeira conversa, talvez pud\u00e9ssemos satisfazer a curiosidade do p\u00fablico definindo o que se entende por antropologia sexual. Que lhe parece?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Boa noite. Antes de mais, sou eu que agrade\u00e7o o convite para estar aqui. \u00c9 com imenso prazer que descubro existirem neste chornal pessoas que de alguma forma partilham os mesmos interesses que eu. Na verdade, sou tamb\u00e9m vosso leitor e aprecio o vosso trabalho, por isso sinto que este vosso convite corresponde de certa forma a um reconhecimento rec\u00edproco, o que \u00e9 sempre agrad\u00e1vel. Qual era sua pergunta, desculpe?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Ah! A pergunta. Tamb\u00e9m j\u00e1 me esquecia. Os elogios t\u00eam este efeito. A pergunta era \u201co que lhe parece de come\u00e7armos por definir o seu dom\u00ednio de conhecimento, a antropologia sexual\u201d?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Come\u00e7amos mal (gargalhada). N\u00e3o leve a mal, mas n\u00e3o \u00e9 uma boa ideia. O p\u00fablico n\u00e3o quer defini\u00e7\u00f5es de dom\u00ednios cient\u00edficos. Para isso ia para a escola. Agora a s\u00e9rio. N\u00e3o \u00e9 uma boa ideia come\u00e7armos por a\u00ed. Ensinei durante muitos anos e sempre achei que definir algo era uma forma pobre de lhe dar in\u00edcio. Eu sei que isso \u00e9 um h\u00e1bito semi-obrigat\u00f3rio que decorre da pr\u00e1tica investigativa. Mas \u00e9 um h\u00e1bito mau. Tem o seu valor nesse contexto, mas perde-o logo que sa\u00edmos dele.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Desculpe Dr., n\u00e3o percebi. Quer dizer que v\u00ea a defini\u00e7\u00e3o do problema como algo de negativo? N\u00e3o \u00e9 a defini\u00e7\u00e3o do problema essencial \u00e0 sua resolu\u00e7\u00e3o?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: N\u00e3o estava a falar de problemas, estava a falar de dom\u00ednio cient\u00edfico. Mas, para todos os efeitos, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 igual. No contexto do acto pedag\u00f3gico, a defini\u00e7\u00e3o esgota a necess\u00e1ria reflex\u00e3o sobre o objecto. Define-se, delimita-se, resolve-se o problema e o problema morre ali. Exactamente o que n\u00e3o queremos que aconte\u00e7a. E n\u00e3o queremos porque n\u00f3s precisamos do problema. O problema n\u00e3o precisa de n\u00f3s. Somos n\u00f3s que precisamos dele para crescer. \u00c9 assim num contexto pedag\u00f3gico, ou num contexto cl\u00ednico. No contexto da pr\u00e1tica cient\u00edfica, a defini\u00e7\u00e3o do problema n\u00e3o \u00e9 melhor, mas infelizmente isso \u00e9 pouco conhecido.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Como Dr.? Surpreende-me o que est\u00e1 a dizer. De alguma forma vai contra aquilo que nos \u00e9 ensinado. Podia ser mais espec\u00edfico?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: A defini\u00e7\u00e3o, quer seja de dom\u00ednios ou de problemas, \u00e9 um momento de cristaliza\u00e7\u00e3o. \u00c9 o fim de um per\u00edodo de flexibilidade, de disponibilidade para a aprendizagem, num contexto pedag\u00f3gico, ou de disponibilidade para a mudan\u00e7a, num contexto cl\u00ednico. De alguma forma, a defini\u00e7\u00e3o \u00e9 mais o fim do que o princ\u00edpio. Este \u00e9 o meu ponto de vista, n\u00e3o \u00e9 necessariamente o ponto de vista de outros peritos. N\u00e3o \u00e9 doutrina oficial, mas posso assegurar-lhe que a minha experi\u00eancia me trouxe uma forte convic\u00e7\u00e3o de que estou correcto. \u00c9 uma experi\u00eancia, como lhe disse, assente sobretudo na pr\u00e1tica cl\u00ednica, pedag\u00f3gica e investigativa. \u00c9 a minha experi\u00eancia. Vale o que vale.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Ent\u00e3o recusa-se a definir o que entende por antropologia sexual? N\u00e3o quer fazer esse jeito ao nosso p\u00fablico?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Sim, recuso (gargalhada). Eles que v\u00e3o descobrindo. Por si. L\u00e1 em casa, nos transportes p\u00fablicos, no emprego (risos). Tenho a certeza que se se esfor\u00e7arem um bocado acabam por descobrir. \u00c9 assim que as coisas devem ser feitas.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Dizem que s\u00f3 faz o que quer. Acho que se calhar \u00e9 verdade. Ent\u00e3o j\u00e1 que n\u00e3o nos define o seu dom\u00ednio cient\u00edfico, que tal irmos em frente? Que tal avan\u00e7armos para o tema que nos trouxe aqui, o tal sexo em tempo de crise financeira?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Sabe, o tema \u00e9 um bocado ingrato. A crise financeira vai acabar, mais ano menos ano, e o sexo veio para ficar. Por isso, o que eu espero \u00e9 que as pessoas aprendam alguma coisa com isto, com esta crise, mas no fundo s\u00f3 vale a pena pensar na rela\u00e7\u00e3o entre o sexo e a crise se o que se aprender for \u00fatil para todas as outras crises.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Sim. Porque existir\u00e3o sempre outras crises&#8230;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Sim. Exactamente. \u00c9 por isso que o tema tem uma certa relev\u00e2ncia.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Ent\u00e3o diga-nos l\u00e1 como v\u00ea a rela\u00e7\u00e3o entre o sexo e a crise.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: A rela\u00e7\u00e3o entre o sexo e a crise, numa perspectiva de antropologia sexual, \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o muito antiga. O pr\u00f3prio sexo \u00e9 crise, quer dizer, \u00e9 um momento de transforma\u00e7\u00e3o, um momento de inseguran\u00e7a, um in\u00edcio de qualquer coisa. E n\u00e3o estou a falar de sexo apenas como acto sexual, estou a falar de toda a envolvente emocional e social, por exemplo, ou mesmo de uma envolvente espiritual.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Bem, a sua resposta n\u00e3o foi bem a que esperava. Esperava uma resposta mais no sentido da influ\u00eancia da crise sobre o sexo.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Eu sei. Esperava. Foi exactamente por isso que n\u00e3o a dei.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: O Dr. Ivanoff \u00e9 um bocado mau. J\u00e1 lhe disseram isso?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Mau e rude. Sim, j\u00e1 disseram. E est\u00e3o um bocado enganados a esse respeito (risos). Mas posso responder-lhe. Ou pelo menos multiplicar as suas perguntas, o que j\u00e1 \u00e9 uma ajuda. Sabe o que perguntou? Perguntou o qu\u00ea exactamente? Quer saber da influ\u00eancia da crise sobre o desempenho sexual? Da influ\u00eancia espec\u00edfica desta crise? Sobre os homens? Sobre as mulheres? Sobre os adolescentes? S\u00e3o muitas perguntas. Vou-lhe responder a algumas, n\u00e3o necessariamente a estas.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Obrigado, Dr.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Vou-lhe simplificar a vida. N\u00e3o lhe vou falar da influ\u00eancia do sexo sobre a crise. Nem sequer da influ\u00eancia do sexo no surgimento da crise, o que se calhar devia, mas \u00e9 demasiado cedo. O primeiro efeito da crise \u00e9 a falta de tes\u00e3o. Sim, ouviu bem, falta de tes\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Falta de tes\u00e3o?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Sim. Falta de tes\u00e3o. Ou tes\u00e3o a mais, tamb\u00e9m pode ser. Normalmente n\u00e3o \u00e9. O tes\u00e3o \u00e9 um bar\u00f3metro da sociedade. \u00c9 como se cada um tivesse um instrumento entre as pernas que lhe dissesse para onde vamos como comunidade.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: E acha que devemos seguir esse instrumento?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Sem d\u00favida. Se n\u00e3o aprenderem mais nada comigo, ao menos fique essa li\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Estamos com um problema doutor. O nosso tempo est\u00e1 a chegar ao fim e ainda quase n\u00e3o fal\u00e1mos daquilo que c\u00e1 nos trouxe.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: E que prometemos ao p\u00fablico&#8230;<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Ouvi dizer que as suas conversas nunca respeitam o planeado. Come\u00e7a-me a parecer que \u00e9 verdade. Mas esclare\u00e7a-me l\u00e1. Isso da falta de tes\u00e3o como resultado da crise n\u00e3o \u00e9 preocupante?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Sim e n\u00e3o. Para resolver isso estamos c\u00e1 n\u00f3s, os terapeutas, os educadores, etc., aquelas pessoas todas a quem os outros pagam dinheiro para descobrir depois que podiam ter resolvido os seus problemas s\u00f3zinhos. De qualquer forma, n\u00e3o tem que se preocupar. Posso garantir pessoalmente que quem seguir os meus conselhos nunca ter\u00e1 falta de tes\u00e3o. Nem com esta crise financeira, nem com qualquer outra. <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Bom, j\u00e1 ultrapass\u00e1mos o tempo razo\u00e1vel. Temos que dar esta conversa por terminada.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: E ainda ningu\u00e9m aprendeu nada. Um desastre.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Nada, n\u00e3o. Aprendemos aquela coisa de seguir o instrumento. Sempre.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Ah! Pois! Se calhar j\u00e1 aprenderam alguma coisa. Pelo menos os leitores mais atentos.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Chornal<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Ent\u00e3o boa-noite Dr. Ivanoff. At\u00e9 breve.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"#333300;\">Dr. Ivanoff<\/span><\/strong><span style=\"#333300;\">: Ent\u00e3o boa-noite e at\u00e9 breve tamb\u00e9m. Sigam o instrumento. Espero que a pr\u00f3xima vez seja mais produtiva.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"#333300;\"> <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta \u00e9 a primeira das conversas do chornal com o Dr. Ivanoff. O chornal regozija-se com a oportunidade de ter consigo este convidado, um cientista de craveira internacional, uma refer\u00eancia na sua \u00e1rea de conhecimento.O Dr. Ivanoff \u00e9 \u00e9 um perito em antropologia sexual, um dom\u00ednio relativamente desconhecido do p\u00fablico. 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