{"id":1766,"date":"2008-04-10T21:36:40","date_gmt":"2008-04-10T21:36:40","guid":{"rendered":"http:\/\/inacreditavel.ioio.info\/?p=1766"},"modified":"2008-04-10T21:36:40","modified_gmt":"2008-04-10T21:36:40","slug":"as-maquinas-que-dao-brindes-ou-chocolates-em-troca-de-uma-moeda-constituem-jogos-de-azar","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.inacreditavel.pt\/?p=1766","title":{"rendered":"as m\u00e1quinas que d\u00e3o brindes ou chocolates em troca de uma moeda constituem jogos de azar"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;ohh meus amigos&#8221;, como diria o nosso querido di\u00e1cono Rem\u00e9dios, &#8220;N\u00e3o havia nexexidade&#8221;. Ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 que os nossos rapazes da ASAE (asia do costume) agora dizem que <a href=\"http:\/\/diario.iol.pt\/politica\/asae-cds-cds-pp-pp\/937233-4072.html\">as m\u00e1quinas que d\u00e3o brindes ou chocolates em troca de uma moeda constituem jogos de azar<\/a>&#8230; e como tal v\u00e3o acabar com a brincadeira&#8230;<\/p>\n<p>A justifica\u00e7\u00e3o de que &#8220;n\u00e3o\u00a0\u00e9 poss\u00edvel ao cliente perceber qual o chocolate a que tem direito antes de introduzir a moeda de 50 c\u00eantimos na m\u00e1quina&#8221; \u00e9 &#8230;.. <strong>inacredit\u00e1vel<\/strong>, como este bl\u00f3guio. \u00c9 como casar e saber &#8220;para todo o sempre o que vai acontecer&#8221;. Assim, sem &#8220;improbabilidades&#8221; ou &#8220;coincid\u00eancias&#8221;. \u00c9 &#8220;funcionalismo p\u00fablico&#8221; no seu melhor -tudo previsto, imparcial e ass\u00e9tico (segundo o novo acordo ortogr\u00e1fico \ud83d\ude09<\/p>\n<p>N\u00f3s que na nossa inf\u00e2ncia ador\u00e1vamos este tipo de &#8220;jogatinas&#8221; para saber que cromo \u00e9 que nos ia calhar,\u00a0ou que chocolate \u00e9 que ia cair nessas m\u00e1quinas, ou&#8230;. sei l\u00e1.\u00a0N\u00e3o sei se ainda h\u00e1 cromos, mas se houver&#8230; quero comprar a caderneta completa&#8230; n\u00e3o quero que me saia sempre o mesmo cromo repetido.<\/p>\n<p>A s\u00e9rio, quando estes &#8220;senhores&#8221; fizerem a &#8220;limpeza&#8221; que andam a fazer na nossa sociedade&#8230; o que restar\u00e1 dela?&#8230; sem m\u00e1quinas de brindes, azeitonas curtidas em \u00e1guas n\u00e3o desinfectadas com lix\u00edvia, caf\u00e9s, vinhos e cervejas servidos em copos de pl\u00e1stico, pasteis de bacalhau embrulhados em celofane (e sem saber a bacalhau, porque o bacalhau seco ao ar tem bact\u00e9rias), e outras particularidades da nossa tradi\u00e7\u00e3o gastron\u00f3mica ou social&#8230; seremos ass\u00e9ticos, mas infelizes.<\/p>\n<p>por mim, ainda continuo a usar a colher de pau em casa e a preferir o caf\u00e9 em ch\u00e1vena de porcelana (v\u00e1 l\u00e1&#8230; pode ser em vidro) mesmo esbutinada no caf\u00e9 da esquina. A semana passada, estive num pa\u00eds do magrebe e entrei numa s\u00e9rie de lojas onde, como \u00e9 tradi\u00e7\u00e3o, me ofertaram ch\u00e1 verde com menta a toda a hora. E eu bebi!, e n\u00e3o foi s\u00f3 por cortesia, porque gosto de ch\u00e1. O que \u00e9 certo \u00e9 que os copos eram lavados n\u00e3o em \u00e1gua corrente e, muito menos, com detergente, de cliente para cliente num balde&#8230;. e nem uma caganeirazinha me deu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;ohh meus amigos&#8221;, como diria o nosso querido di\u00e1cono Rem\u00e9dios, &#8220;N\u00e3o havia nexexidade&#8221;. 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