A Religião MMK Cancro

Esudos recentes no Iraque e na faixa de Gaja, demonstram que a Religião em doses elevadas mata mais ku Cancro.  Em doses moderadas constitui no entanto um factor de convivência social. “O problema, é que o indivíduo, uma vez consumidor, não modera o consumo.”, disse à nossa reportagem um especialista em vícios teológicos.

Será a predisposição para a religião de origem genética? Neste ponto os especialistas estão divididos. Embora exista uma forte correlação com antecedentes familiares, a incapacidade revelada ate’ ao momento pela equipe do Dr. TaoTon Tuh (actualmente nomeado para o prémio Nobel, pelo seus trabalhos em desmaterialização quântica) para encontrar uma proteína que mediasse o processo, enfraquece a hipótese genética.

Uma outra questão, levantada pela maioria dos nossos leitores, é se é contagiosa. Ao que parece a resposta é afirmativa. O contágio faz-se principalmente por contacto dos olhos e ouvidos com mensagens contaminadas. O que torna este fenómeno social mais preocupante, e’ que, no seu delírio, as vítimas recusam tratamento, pois acreditam num tal “paraíso”, e procuram activamente contaminar outros, especialmente aos Domingos de manhã.

O presidente da Philip Morris ja’ teceu comentários sobre a relação do cancro com a consumo de tabaco. Sabendo-se agora que a religião ainda é mais nefasta, espera-se uma catadupa de processos compensatórios, especialmente nos EUA. Não há notícia de comentários por Bento XVI.

O apito dourado comprometeu o continuum do espaço tempo

No processo apito dourado, por razões que o Dr. TaoTon Tuh sabe explicar, o continuum do espaço tempo foi depedaçado. Segundo apurou a nossa reportagem, a experiência foi um sucesso, pois pela primeira vez objectos macrocópicos foram desmaterializados e colocados no “entre”.

Quando um objecto esta’ no “entre”, não esta’ ca’ nem esta’ la’, mas esta’. Pelo que existe mas não existe.

Este avanço científico, consequente das novas tecnologias empregues no apito dourado, vai ser lançado brevemente a nível europeu, onde alguns sectores da actividade económica, nomeadamente os ligados ao artesanato tradicional siciliano, ja’ manifestaram o seu interesse. 

Encontradas pegadas de dinossauros selenitas

Junto à base lunar polar, foram encontradas pegadas de dinossauro.  As pegadas do saurópode selenita têm mais de 60 milhões de anos, mas devido às condições locais estão magnificamente conservadas. Segundo apurou a nossa reportagem junto de um conhecido exoarqueólogo, a descoberta reabriu a polémica sobre a extinção daqueles bichos.

A pergunta intrigante é: Como e’ que um dinossauro foi ate’ à Lua, e o que foi la’ fazer!??

Ao que parece, num curto espaço de 20.000 anos desenvolveram tecnologias surpreendentes, baseadas no Auricalco, elemento  transuraniano pertencente à ilha de estabilidade nuclear cuja existência para la’ do número atómico 255 foi teorizada por Gellenstein, ja’ faz tantos anos. O uso do Auricalco permitiu-lhes desenvolver tecnologias de transporte absolutamente *FABULOSAS* pelo parâmetros actuais. Com o esgotamento das reservas, foi-lhes necessário minerá-lo cada vez mais longe, primeiro na Lua e mais tarde na cintura dos asteróides.

A agressividade da estrutura reptilosáuria dos seus cérebros impediu-os de manter os conflitos controlados. A proclamação da indepedência das repúblicas orbitais despoletou uma guerra terrível. A Terra, a partir de bases instaladas no sul do actual Texas, fez um ataque devastador às instalações lunares, aderentes às ideologias republicanas, e preparava-se para avançar sobre as fracamente populadas repúblicas exteriores. Estas, como defesa desesperada, desviaram da órbita um asteróide com mais de 10km de diâmetro, de forma a atingir as bases de lançamento inimigas. O resultado foi o aniquilamento da civilização na Terra, e o lento estiolar das populações orbitais, incapazes de receber mantimentos.

Por causa disso, hoje em dia na Terra e arredores ja’ não e’ possível encontrar Auricalco. Talvez nas luas de Júpiter.

Mas também por causa disso, hoje não ha’ dinossauros. Será que a vida como um todo, as espécies em geral e a nossa em particular aprenderam alguma coisa, de forma evitar semelhanças nos desfechos de futuras crises? Afinal, o nosso cérebro é suposto ser mais evoluído.

Se calhar, daqui a 65 milhões vão descobrir pegadas humanas na Lua…

Tiroteio em Torres

No hipermercado de Torres, e visivelmente emocionado com a leitura do Diário Económico de hoje, onde o conhecido economista francês Olivier Blanchard, recentemente  exonerado do MIT, afirma que os portugueses ganham demais para a economia que têm, e que assim não vão la’, e que o melhor, mesmo o melhor, mesmo, mesmo, mesmo o melhor, era irem trabalhar para as minas de sal na Argélia, e deixar Portugal ser gerido por experts internacionais, um indivíduo de origem europeia e etnia portuguesa deu largas ao seu espírito natalício armado com uma caçadeira e dois presuntos.

Ao que conseguimos apurar, os disparos foram realizados de forma alegre e bem disposta, tendo-nos mesmo sido garantido por uma das vitímas, decapitada por uma chumbada no peito, que ficou muito melhor das enxaquecas e cefaleias várias de que padecia.

Conduzido prontamente ao posto da GNR local para prestar declarações, o indivíduo foi enviado em paz pouco depois, assim que o mal entendido ficou esclarecido. Os presuntos ficaram detidos para averiguações.