Sem Título

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É com tristeza que escrevo este pequeno texto e o dedico a todos os defensores do Portela mais um (Montijo). O inevitável sucedeu em São Paulo e está documentado na galeria on-line do nosso pasquim de referência.

Os defensores públicos dessa solução, como bons políticos que são, estão agora a engolir uns sapos para poderem ainda hoje dizer o contrário do que afirmaram à uns quinze dias.  Mais valia fumarem umas merdas ou beberem uns bagaços em lugar de defenderem anormalidades e pequenos poderes.

De acordo como um pasquim brasileiro, que indica o local do acidente, prevêm-se cerca de 200 vítimas mortais deste acidente que é, já, o pior ocorrido em todo o mundo desde o acidente sobre o estreito de Taiwan em 2002.

Ó José despacha lá os gajos que estão a estudar a solução! Dá-lhes uns speeds ou coisa assim! É que já passaram mais de 30 anos! Ou os gajos estão a brincar ou estão à espera de se reformarem.

Ressureição

Comemora-se o hoje a ressureição duma profissão à muito desprezada e perseguida. Depois de décadas de reconhecimento por parte do estado, um acontecimento extemporâneo, ocorrido há cerca de 35 anos, veio-lhes retirar todo o apoio por parte dos organismos do estado, chegando estes profissionais a ser perseguidos pela população.

Estamos a falar da profissão de bufo. Nesta profissão fazem-se denúncias, não de más práticas financeiras ou roubos e outros crimes, mas dos chamados delitos de opinião.

Em declarações públicas Alberto Abu Faria, presidente da Associação Nacional de Bufos (Habilitados) – ANB(H) , congratulou-se com os resultados das suas recentes acções que já tiveram efeito em dois organismos de estado (Minho e Porto) e que se pretende generalizar, para já, a todos os organismos públicos.

“Os nossos maiores sucessos têm sido junto do estado” afirmou,”estamos muito apostados na manutenção da ordem e na condenação de qualquer tipo de comportamento desviante.”

“É uma nobre profissão guiada pela preservação dos mais elevados valores do estado” afirmou congratulando-se com a reabilitação recente, ainda que não reconhecida oficialmente.

“A nossa organização tem tido muitos contactos a nível internacional, quer a nível de conferências que ao nível de formação, com países em que esta actividade já é reconhecida como sejam a Coreia do Norte, a Birmânia e a China”, respondeu quando questionado acerca do H. “Pretendemos que todos os memboros da ANB tenham o CAP respectivo, e estamos a evidar todos os esforços para atingir a totalidade dos membros da associação até ao final do ano.”

Condenou ainda a falta de profissionalismo dos bufos não associados e questionou ainda a idoneidade da CNB – Confederação Nacional dos Bufos, “até porque a ANB já é reconhecida pela OIB (Organização Internacional de Bufos com sede em Tirana)”

Nota: Mil perdões pela utilização do seu nome sr. Alberto Abu Faria

Moralistas de um raio …

Que Deus nosso senhor, na sua infinita bondade e sapiência, nos mantenha a salvo da sanha purificadora dos moralistas de um raio. Por vezes, e com a melhor das intenções por parte deles, somos acossados por essa cáfila de indigentes morais, convencidos que estão da sua da sua espécie de superioridade ariana. Outras vezes, interesses inconfessáveis aproveitam-se deles. Mas os resultados são igualmente trágicos. Relembre-se a inquisição, inicialmente “purificadora” moral, rapidamente convertida em açambarcadora dos bens dos indiciados. Veja-se agora os verdes girinos de Hitler, batráquios imberbes de uma nova geração de ditadores ecológicos, que me querem controlar em tudo e mais alguma coisa, inclusivé determinando o tipo de papel que devo usar para limpar a anatomia envolvida na expulsão da fezes. Os piores de todos são os da nova SS (pronunciar KerKus).
Estou particularmente antagónico do papiloma verde, que quer combater os mamarrachos em Lisboa e jura que tem uma solução milagrosa para forçar o aparecimento de mais casas para alugar.
Daaahh, só acredita quem quer. Daahh, tem pai que é cego!
Então não é que o papiloma verde, em nome de um moralismo de um raio, entupiu uma obra por meio da sua verborreia endémica, enviando milhares de eleitores para anos forçados de calvário diário, e tudo isto às custas do erário camarário? E agora quer ser presidente da CML? Que será o que ele considera um mamarracho? Que género de soluções preconizará?
A história ensina-nos que é melhor ser prudente, e a não eleger determinado tipo de portadores de soluções milagrosas.
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Dito isto, olhe-se renovadamente para o leque de candidatos.
As perspectivas são sombrias…. Epul ou Epal? Administração interna ou correia de transmissão do Partido? Uma incógnita ou uma continuidade?
Quem me dera não ter de escolher, não por renúncia ao direito de escolha, mas por desajuste manifesto do leque de candidatos.