Missionários franceses comem canibais

Quando se pensa em homens que comem outros homens normalmente não pensamos em padres.
No entanto, há de tudo, pelo que a nossa função de divulgar a verdade a que o leitor tem direito, nos obriga a divulgar mais este caso.
O canibalismo é uma prática estranha à nossa civilização e em vias de desaparecimento, permanecendo ainda em algumas tribos indígenas, nomeadamente africanas. Em África, os casos de colonos ou missionários que foram vítimas de semelhantes práticas foram mais que muitos. Agora o que ninguém esperava era que os papéis se invertessem. Foi o que aconteceu.
Conforme pesquisa histórica realizada por um nosso colaborador, existem relatos em um jornal português, indicando que missionários franceses terão de facto comido canibais. O local foi a República Centro-Africana. Desconhecem-se quais os motivos que terão levado os missionários a esse comportamento deveras insólito.

Ovelha clonada tem uma filha

A ovelha Dolly, o clone mais célebre o mundo, volta a ser notícia.
Agora é mãe de uma bela ovelhinha, de nome Bonnie.
Desta feita não houve clonagem, pois a cria foi fruto de procriação pelo “método tradicional”.
O orgulhoso pai da nova criatura chama-se David e é um carneiro normalíssimo, que não é fruto de qualquer tipo de manipulação genética. Nem ele nem Dolly estiveram dispostos a abdicar do “método tradicional” e ambos parecem muito felizes com o novo membro da família, Bonnie.
Bonnie por sua vez é, segundo tudo indica, uma cria normal.
Fica no ar a velha pergunta de um filme célebre, Blade Runner:
Será possível amar um ser vivo criado artificialmente? David acha que sim…

Entrevista com feiticeiros brasileiros que fizeram chover na Amazónia

Recentemente a floresta amazónica brasileira sofreu um incêndio gigantesco. Bombeiros e meios em número insuficiente, associados à grande extensão do território, tornaram extremamente difícil o combate a esta calamidade.
Quando já se falava em ajuda internacional para pôr termo à catástrofe, eis que o inacreditável aconteceu: os índios das tribos ianomani e caiapós fizeram a dança da chuva. E não é que choveu mesmo?
O Jornal do Inacreditável transcreve uma breve entrevista com os índios, que revelaram ter para além de um profundo conhecimento do desconhecido, um sentido de humor bastante saudável, afinal bem próximo do brasileiro típico.
jornal.: – Cara, vocês espantaram o mundo com este fenómeno. Tem alguma explicação para ele?
feiticeiro.:
jornal.: Que acha do facto de se terem tornado de repente no centro da atenção do mundo?
feiticeiro.: Ughhh
jornalista.: Em que consiste o vosso sistema para fazer a dança da chuva? É um segredo ancestral? Como é que você faz para fazer chover?
feiticeiro.: É fácil, a gente dança e a chuva chove. É assim.
jornal (brincando).: Mas quando eu danço não chove
feiticeiro.: Ah, isso é porque você dança mal…

Americanos espiam Europa

Echelon é o nome de um ultra-sofisticado sistema de espionagem americano que tem capacidade para fazer escutas em tudo o que se passa no mundo ao nível de comunicações, realizando escutas telefónicas tradicionais mas também escutando a internet, o e-mail e fax.
O Echelon executa cerca de 2 milhões de escutas por minuto tornando-se com isso uma ameaça global à privacidade, em tudo fazendo lembrar uma espécie de Big Brother omnipresente.
Este sistema causou surpresa e desagrado na Europa, nomeadamente numa comissão do Parlamento Europeu, que resolveu abrir um inquérito.
Para além da questão da ameaça à privacidade dos indivíduos põe-se outra não menos importante para a Comunidade Europeia, a do Echelon poder realizar espionagem económica e tecnológica.
A espionagem industrial às comunicações de empresas europeias é uma possibilidade temível e inaceitável para a Comunidade pois seria uma forma desonesta de subverter a competição tecnológica, em desfavor das empresas dos países vítimas das escutas.
O Echelon parece ter capacidade para cobrir toda a área geográfica da CEE. Os países participantes no Echelon são os EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Inglaterra. Este último, apesar de membro da CEE, dá cobertura à actividade do Echelon, que assim tem instalações funcionando em terreno da comunidade europeia. !

Este é provavelmente o primeiro post da blogosfera portuguesa. É provavelmente o nosso primeiro post. Sempre dentro do espírito da informação a que o leitor tem direito.

O primeiro post de sempre

Encontrámos uma disquete com backups do Jornal do Inacreditável.

Os primeiros títulos datam de 24-ABR-1998. Esta parece ser a data da criação do blog, embora os primeiros posts devam ter sido colocados em 27-ABR-1998. É provavel que alguns destes títulos tenham sido criados e publicados (muito) antes desta data, mas neste momento não conseguimos comprovar essa possibilidade.

Garantidamente somos o 1º blog português conhecido, O MAIS ANTIGO.

Só não vê quem não quer. E isso é cegueira, da pior.

História deste BLOG

Este blog estava originalmente em http://www.netpub.pt/inacreditavel. Existe uma cópia fiel ao original em http://inacreditavel1.ioio.info . Era feita à mão e no Netscape Gold (editor).

Foi criado por alturas, ou mesmo antes, do termo weblog (mais tarde abreviado para blog) ter sido forjado. Nessa época existiam apenas 100 blogs em toda a rede (mundial).

Em 2000, desisti do domínio netpub.pt, que estava alojado num servidor da Telepac – se algum leitor trabalha na Telepac e me quiser enviar os backups mais antigos do Jornal, com as datas originais, agradeço – e recriei o Jornal do Inacreditável (2ª versão), em 2002. Essa versão encontra-se agora em http://inacreditavel2.ioio.info . O sistema de gestão de posts meus e de leitores foi criado por mim em PHP/MySQL, com um grafismo de bradar aos céus, mas enfim, era o que se podia arranjar.

A 3ª versão foi criada em 2006, utiliza o WordPress, que me parece bastante robusto e com características/funcionalidades mais do que as necessárias para continuar a manter O BLOG MAIS ANTIGO DE PORTUGAL.

Sobre os Blogs

O Blogger define blog como um sítio onde se vão escrevendo coisas que podem ser lidas e, eventualmente, comentadas. O tema dos textos pode ser qualquer, assim como a periodicidade dos posts.

Os vários formatos pelos quais este Jornal já passou – desde o chorrilho de mentiras original, aos vómitos purgativos mais recentes -, encaixam sem esforço algum na definição Blogger de Blog.