Portugueses sem cheta

Depósitos em queda: Portugueses retiram 305 milhões aos bancos
Digo eu, é natural, após 2,5 anos de austeridade as contas tem de se pagar na mesma, e o pessoal cada vez mais desempregado näo tem maneira de poupar, antes pelo contrário. Os poucos que tinham algum no banco retiram-no… para despesas correntes!
Mas parece que näo… atentem na explicaçäo alternativa, de fonte idónea, pois claro:

A queda é em parte explicada pela “concorrência” do Estado, queixam-se os bancos. Com a melhoria da remuneração em setembro, os Certificados de Aforro assistiram a um reforço das subscrições (atingiram os 157 milhões de euros) e a uma diminuição dos resgates (58 milhões), dando um saldo mensal de 99 milhões de euros. Em outubro, o Estado lançou ainda os Certificados do Tesouro Poupança Mais, um produto que os bancos alegam ser “concorrente” dos depósitos.

Malandröes do Estado! Toda a gente sabe que o Estado serve é para SAFAR os Bancos da falência, e näo para lhes fazer concorrência! Como se atrevem???

Clandestinidade

Toma lá comida de urso
peoples-stick-

Os portugueses estão a entrar na clandestinidade.
Não na clandestinidade política de outrora, mas na clandestinidade fiscal, que é pior. Estão a ser condenados à inexistência, à irrelevância, à não vida.
Falta escrever o manual do guerrilheiro urbano, perdão, o manual do guerrilheiro fiscal.
Quer quer ser o novo Che, o novo Castro ?

O estado nação transformou-se, pela mão dos agiotas internacionais anónimos, no estado prisão, onde as gerações novas nascem já para pagar dívidas.

Viva a libertação libertária.
Viva Bakunine!

– A propriedade é um roubo! –

A cryse vai acabar!

Obrigado, povo alemäo!

A Europa susteu a respiraçäo à vista dos resultados preliminares das eleiçöes alemäs…
mas a nojenta ficou a 5 lugares da maioria absoluta.
Toma lá, Merdkel!! O seu partido-bengala FDP lixou-se bem lixado, por 0,2% dos votos fica fora do Bundestag (Parlamento).
Aos fachos envergonhados do AfD faltaram 0,3% dos votos para eleger deputados.

5 lugares. Täo perto e no entanto täo longe.
Vitória de Pirro!

E a Europa respirou… de alívio!
Os Verdes näo a suportam nem com molho de tomate e caril, a Merdkel deve ser o único animal que eles näo querem proteger
À nojenta só resta uma hipótese: um Bloco Central. Mas o SDP já o fez em 2005, e por isso perdeu 11,2 p% na eleiçäo seguinte (dos quais agora só recuperou 2,7p%). Embora como a CDU/CSU também estejam presos ao diktat da alta finança, sabem que seria suicídio político, até porque o SPD ainda tem a maioria no Bundesrat (Senado).
Só com muitas concessöes aceitariam.

Seja como for, boas notícias para o Sul da Europa.

Озеро Восток

Я был на озере Восток, когда все пошло не так.
Я увидел спасательную команду отправиться в меня, как я упаду в обморок в полной холодной метель,.
Потом я проснулся в больнице.
Тысячу лет прошло.

Vostok lake
озере Восток

Relvas, o precursor?

Faltando-lhe as condições anímicas, demitiu-se o Relvas

E em breve, faltando-lhe as condições anímico-constitucionais este governo fará o quê?

No turbilhão, todos se esquecem do Relvas… que consegue sair de cena apenas chamuscado quando todos o consideravam esturricado.

Mas o turbilhãp continua.
Segundo resgate à vsita?
Pelo sim pelo não os capitais têm estado a migrar.
Dor de corno, dor de chifre, dor de Chipre.

Quantos já foram encornados pelas promessas dos políticos?

Livra!

Estudos para quê?
Vai estudar, oh Relvas!

Tempos interessantes se aproximam

Nos anos 80 havia uma superpotência chamada URSS, que vinha de uns anos 70 em que parecia que ia ganhar a Guerra Fria.
Mas essa superpotência tinha pés de barro. E quando na outra superpotência chegou ao poder um belicista completamente marado a coisa estoirou.
Essoutra superpotência tinha vindo de uma derrota humilhante no Vietname, mas tinha dinheiro (ver mais à frente como) e precisava de reatar a economia que estava basicamente estagnada. Além disso precisava urgentemente de vingança, vai daí começou a falar em Guerras das Estrelas para aniquilar os “mauzões do Leste”, recomeçando a corrida aos armamentos.
Do outro lado o barro fraquejava sujeito ao peso do sistema. A aventura afegä tornara-se demasiado dispendiosa, e o aparelho militar exigia mais “brinquedos” agora que os rivais também investiam, enquanto os cofres públicos se iam esvaziando e o povo queria mais e mais bens de consumo que näo eram produzidos localmente, e quando a coisa piorou ainda mais, queriam mesmo só comida, que a fome apertava. O povo näo comia nem vestia nem olhava para armas, que era a única coisa que realmente se produzia no país. E a superpotência que parecia eterna apenas 3 anos antes quando celebrou com grande pompa o seu 70.o aniversário desmoronou-se.

Passados 30 anos…
a superpotência vencedora ganhou ela própria pés de barro, afundando-se também numa aventura afegä, e noutra iraquiana. Em 2008 esteve à beira do colapso economico-financeiro, e desde 2011 iniciou uma guerra monetária e cambial contra potências emergentes, porque a sua moeda que era a referência mundial e obrigatória para quem quisesse comprar petróleo (o motor da economia mundial), e que por isso eles podiam gastar o que näo tinham, que para pagar dívidas bastava imprimir mais notas, sem que isso se traduzisse em inflaçäo, arriscava-se a perder o estatuto. Afinal fora por isso que se lançaram ao Iraque e Líbia, que os líderes locais andavam com ideias de vender petróleo por euros ou ouro, por verem que o dólar já näo valia o papel em que era impresso.  Entäo aí o descalabro económico e social seria ainda mais agudo!

A potência emergente mais poderosa caracteriza-se por ter um povo inteligente e sobretudo paciente. E basicamente é dona de metade (ou mais) da dívida pública dessa superpotência em declínio. Ao mesmo tempo näo quer sujar as mäos, que muitas das fábricas instaladas em seu território e os consumidores dos seus produtos säo precisamente dessa superpotência. Mas näo dorme. Acontece que tem um pequeno aliado incómodo para a superpotência (mas inofensivo a nível global) que lhe vai fazendo os fretes. Desde há tempo que esse na prática insignificante aliado ladra alto, que ameaça veementemente o vizinho aliado da superpotência. Mais para forçar esse vizinho a dar-lhe uns cobres a troco de paz, que bem precisa. Esse vizinho tem muito mais a perder com uma guerra: os seus produtos säo de alta tecnologia e de qualidade famosa a nível mundial. Há outro vizinho um pouco mais distante que de vez em quando recebe uns piropos do país insignificante, e que está na mesma situaçäo. Esses dois seräo os maiores perdedores duma guerra, mesmo que a vençam. O insignificante económico perderá apenas… a fome que passa!

Futuro dono dos EUA mostrando aos seus futuros servos o que estes breve terão de enfiar no ânus
Futuro dono dos EUA mostrando aos seus futuros servos o que estes breve terão de enfiar pelo ânus acima

Por outro lado, a superpotência económica aliada desses países ameaçados é também grande consumidora dos seus produtos, e em caso de guerra e consequente reduçäo da capacidade produtiva desses fornecedores até voltaria a ter que produzir esses produtos… no seu próprio território! Isto até nem desagradaria muito a muitos dos seus habitantes, que se debatem com o maior desemprego e sub-emprego da sua História. Mas isso já é ser demasiado maquiavélico! Continuemos a pensar em que ninguém quer uma guerra (no fundo, nem o tal insignificante económico).

Fechando entäo o ciclo deste artigo, isto é apenas uma estratégia para forçar a superpotência a gastar mais dinheiro em actividades näo-produtvas. Se mais nada, o Kim já conseguiu que os EUA gastassem uns fartos milhöes a levar para a zona aviöes e barcos— enquanto em casa andam a cortar necessários (direi mais, fundamentais para a recuperaçäo económica) investimentos e serviços públicos no orçamento. A China está no fim de contas a fazer aos EUA o que estes fizeram à URSS há 30 anos! Com a diferença de que, quando os EUA se desmoronarem economicamente, os chineses seräo os donos dos EUA, em vez dos oligarcas americanos! Α&Ω

Alice no país de Chipre

AliceTRial

… e eis senão quando a rainha gritou: Cortem-lhe a cabeça!

Impelida pela sua candura, Alice perguntou: Então, e o julgamento?

-Primeiro a sentença, depois o veredicto e o julgamento!
Foi a resposta pronta que obteve do Eurogrupo.

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Mais tarde, muito mais tarde, Alice lembrou-se destes sábios quando legislou:
-No caso de um banco ir à falência, todos os ocupantes de conselho de administração dos últimos 10 anos
serão imediatamente mortos. Depois serão julgados, e ilibados se for caso disso.

– – –
Por todas as galáxias habitadas a medida fez escola.
Menos num certo terceiro planeta, que teima em ser ingovernado e ingovernável.

O devastador meteoro já foi.

Carta

Tomas Young, who was shot and paralyzed during an insurgent attack in Sadr City in 2004, five days into his first deployment, penned the letter from his Kansas City, Mo., home, where he’s under hospice care.

“I write this letter, my last letter, to you, Mr. Bush and Mr. Cheney,” Young wrote in the letter published on Truthdig.com. “I write not because I think you grasp the terrible human and moral consequences of your lies, manipulation and thirst for wealth and power. I write this letter because, before my own death, I want to make it clear that I, and hundreds of thousands of my fellow veterans, along with millions of my fellow citizens, along with hundreds of millions more in Iraq and the Middle East, know fully who you are and what you have done. You may evade justice but in our eyes you are each guilty of egregious war crimes, of plunder and, finally, of murder, including the murder of thousands of young Americans—my fellow veterans—whose future you stole.”

The german economy death march

O banco central alemão, o Bundesbank, referiu hoje que a Alemanha, a maior economia da Europa, tem tido um início de ano instável.

Segundo os últimos dados, o Produto Interno Bruto (PIB) alemão encolheu 0,6% no último trimestre de 2012 e, já em janeiro, as encomendas à indústria e as exportações caíram inesperadamente, representando um revés para as esperanças de uma rápida recuperação.

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A cegueira de Merkel

Estupidez. Não há outra palavra para definir a última decisão dos ministros das Finanças da Zona Euro. Impor uma taxa sobre todos os depósitos existentes nos bancos com atividade no Chipre é a prova, se mais fossem precisas, de que a Europa está a ser liderada por uma política herdeira dos hábitos soviéticos: Angela Merkel.

É um caso de TOP-Porca!

Primeiro ponto: estamos a falar de todos os depósitos, mesmo os abaixo dos 100 mil euros. O que significa que a lei europeia que garante a totalidade dos depósitos até esse valor é – ou passou a ser – letra morta. A partir deste momento, do ponto de vista formal, ninguém pode mais confiar nas leis europeias;

A questão é a seguinte: ou se deixava cair os bancos e só eram salvos (por respeito à lei) os depósitos abaixo dos 100 mil euros, para o qual existe um fundo de garantia; ou então injetava-se dinheiro público nos bancos — como aconteceu em Espanha, na Irlanda e em Portugal.

Dizem-me: mas estão a fazer isto para apanhar os russos milionários que lavam dinheiro no sistema financeiro cipriota. Ah sim? Realmente, os russos milionários devem ter menos de 100 mil euros depositados…

Qual é o problema desta política gangster: há o risco de o pânico se espalhar aos países intervencionados. Ou seja, das pessoas, o comum dos mortais, pensar: vou tirar o meu dinheiro do banco porque isto nunca se sabe no que vai dar.

Mas há outro problema: a fuga de capitais. Se a corrida às contas bancárias é ruidosa e espetacular, a fuga de capitais é 100% silenciosa. Só aparece meses depois nos relatórios do Banco de Portugal. Ora bem, com esta decisão o que Angela Merkel fez foi dizer a quem tem dinheiro nos países intervencionados, ou em risco de o serem, que mais vale mandar o dinheiro para outro sítio mais seguro. Não sei porquê, vem-me à cabeça a Alemanha, mas devo ser eu que sou paranóico e que nunca iria lá pôr um chavo.

A China vai atacar os EUA

A Alemanha prepara-se para a guerra. Vai começar a exigir um lugar no conselho de segurança da ONU.
Negros planos toldam-lhe o espírito. A Europa desfez-se e refaz-se como marionete transalpina.

Entretanto, do outro lado do mundo, o império dos filhos únicos super mimados acha que são melhores que os EUA e fazem tudo para que a Coreia do Norte perca a cabeça e se atire aos Yankees.

E depois? Uma américa devastada retalia contra quem? China, Rússia e demais dizem a uma só voz: “Não fomos nós, foram eles. Até lhes fizemos sanções e tudo isso. Eles são uns malandros. Têm que ser punidos”. E a China, a milenar China que há séculos e séculos o desejava ocupa finalmente a Coreia enquanto o ocidente ainda nem acredita no que aconteceu e a Alemanha se revela igual a si mesma.

É o fim da estratégia MAD e o começo de uma era louca.

Vai ser giro de ver.
Agora se vai ser giro de viver, já tenho as minhas dúvidas.

Não acredito em demónios, mas que andam à solta, andam…

Este globo está por um fio.
E a culpa é nossa, que não quisemos defender a herança recebida dos nossos egrégios avós.

Portugal tem que se assumir.
Não somos reboques de outros. Somos o motor primeiro da civilização ocidental, berço da expansão que se impôs por todo o lado. Se os caracteres latinos são os mais globais de todos eles é consequência da nossa acção. Não nos envergonhemos do nosso passado. Mantenhamos a lucidez e não nos deixemos cair em tentações nem enganos na construção do futuro.

Bem, também pode ser tudo mais simples e não ligarmos nada e quero lá saber e “ignorance is bliss”.
Dá mais uma passa, meu, e caga nisso, que não interessa nada.

Os USA começaram a vender azeite

Os gringos querem mais
Azeite

A Califórnia descobriu que o azeite é um grande negócio.
Nem vão passar doze meses até aparecer um “estudo” a provar que o
azeite português tem uma molécula patogénica*alergénica-cancerígena mesmo tramada e que só aquele azeite especial com um selo “coiso e tal” é que é mesmo puro.

Mais do mesmo:
Cinco usos americanos para o azeite

Descoberto homem que não descende de Adão

Ora aqui está uma coisa inacreditável:
Um homem que não descende do pai Adão!
Afinal havia outro…

Porque é que isso não me surpreende?

– – –
Parece que se chamava Albert Perry. O Alberto, claro! O irmão do Perry. Que tinha ido para os Estados Unidos e nunca mais se soube nada dele. Agora é famoso. Vem nas capas e tudo.

Tinha ascendência da zona da Guiná Bissau – Camarões – Senegal
Só podia.
Ainda vão descobrir que o irmão vive em Portugal.

E agora? Que vão fazer as religiões monoteístas que fazem fé no Chornal do ìncrível mais antigo que há memória (um tal chornal que dá pelo nome de Antigo Testamento e que está cheio de histórias incríveis e inacreditáveis. Como a do pai Adão…. )?
Esperemos pelo próximo papa.

Só mesmo neste planeta…