Mas o que é isto?

Então não é que o bimbo convencido e arrogante, que não tem outro nome, do funcionário burrocrata que preside ao BC da Alemanha veio a público criticar abertamente as decisões emanadas do exercício directo da democracia pela população de uma das grandes potências europeias?

Tá tudo doido? Estes neo-convencidos julgam-se o quê?
E que querem eles? Querem que a guerra volte a grassar na Europa?
A economia é para desenvolver as populações usando os bancos, não é para estiolar as populaçãoes engordando os bancos.

Ou é apenas mais um capítulo nesta estupidez burrocrática de pensarem que mandam mais que a Democracia?
Ele fala assim porque está de barriga cheia e é um incapaz de entender algo que não possa ser colocado nas colunas do deve e do haver. É intelectualmente limitado, inadapatado à evolução do posto de trabaho, já não se pode fazer nada com ele a não ser despedi-lo.

Despeçam-no já e ponham-no a subsídio de desemprego pela bitola do ordenado mínimo, para ele ver o que é bom.

Por este caminho, em 2025 como estará a Alemanha?
Falida e fora do Euro, não me admirava nada.

Se calhar mais cedo ainda.

Foi assim que Hitler subiu ao poder.

O novíssimo acordo ortográfico

Proponho um novo acordo ortográfico, retirado da NET:
– – – – –

O acordo ortográfico e o futuro da língua portuguesa…

Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente a falam .

Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros .

Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas .

É um fato que não se pronunciam .

Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se ?

O que estão lá a fazer ?

Aliás, o qe estão lá a fazer ?

Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade .

Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra .

Porqe é qe “assunção” se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s” ?

Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o “ç” .

Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som .

Como consequência, também os “ss” deixariam de ser nesesários já qe um “s” se pasará a ler sempre e apenas “s” .

Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar.
Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um “z” .

Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z” escreve-se sempre com “z” .

Quanto ao “c” (que se diz “cê” mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de “q”) pode, com vantagem, ser substituído pelo “q”. Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão
de letras estrangeiras. Nada de “k” .Ponha um q.

Não pensem qe me esqesi do som “ch” .

O som “ch” será reprezentado pela letra “x”.

Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não ?

O “x” xama-se “xis”.

Poix é iso mexmo qe fiqa .

Qomo podem ver, já eliminámox o “c”, o “h”, o “p” e o “u” inúteix, a tripla leitura da letra “s” e também a tripla leitura da letra “x” .

Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex .

Não, não leiam “simpléqs”, leiam simplex .

O som “qs” pasa a ser exqrito “qs” u qe é muito maix qonforme à leitura natural .

No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente .

Vejamox o qaso do som “j” .

Umax vezex excrevemox exte som qom “j” outrax vezex qom “g”- ixtu é lójiqu?

Para qê qomplicar ? ! ?

Se uzarmox sempre o “j” para o som “j” não presizamox do “u” a segir à
letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j” .

Serto ?

Maix uma letra muda qe eliminamox .

É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem !

Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex ?

Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade ?

Outro problema é o dox asentox.

Ox asentox só qompliqam !

Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox .

A qextão a qoloqar é: á alternativa ?

Se não ouver alternativa, pasiênsia.

É o qazo da letra “a” .

Umax vezex lê-se “á”, aberto, outrax vezex lê-se “â”, fexado .

Nada a fazer.

Max, em outrox qazos, á alternativax .

Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax lê-se “u” e outrax, lê-se “ô” .

Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso !

qe é qe temux o “u” ?

Se u som “u” pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil !

Pur seu lado, u “o” pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu.

Já nu qazu da letra “e”, também pudemux fazer alguma qoiza :

quandu soa “é”, abertu, pudemux usar u “e” .

U mexmu para u som “ê” .

Max quandu u “e” se lê “i”, deverá ser subxtituídu pelu “i” .

I naqelex qazux em qe u “e” se lê “â” deve ser subxtituidu pelu “a” .

Sempre. Simplex i sem qompliqasõex .

Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u “til”subxtituindu, nus ditongux, “ão” pur “aum”, “ães” – ou melhor “ãix” – pur “ainx” i “õix” pur “oinx” .

Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.

Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu .

Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum ?

Educação

Engarrafado no tráfego caótico da tapadinha de Alcântara vejo um mãe e o seu petiz de uns oito anos no passeio junto a mim.
O miúdo escorrega no lancil e o pé entra numa poça.
Vocifera:”Caralho, que merda!”
A mãe espeta-lhe uma galheta nos lábios e educa-o:
“Foda-se! Não se diz caralho, meu cabrão”.

– – –
Esta vi eu, pelas 17h.

O nosso agente em Washington

Acabámos de receber a transcrição da conversta TOP SECRET que teve lugar há pouco no Pentágono.
-O quê? Então não sabemos?
-Pois, não sabemos!
-Mas devíamos saber. Os franceses não nos vão dizer nada.
-É importante para a segurança nacional.
-Pois é. Se conseguem atentar contra um avião da Air France, sabe-se lá mais o que está na forja.
– E não é só isso. Temos mesmo de saber se foi, ou não, atentado. Se não foi, a segurança dos voos está comprometida por uma avaria catastrófica.
-Mas era um Airbus, não era Boeing.
-Mas as patentes são nossas! E depois, se foi atentado é importante saber qual foi o modus operandi, como furaram a segurança do aeroporto, como detonaram o engenho, se foi um infiltrado na tripulação. Isto não pode voltar a acontecer.
– E os culpados têm de ser punidos.
-Quantos submarinos temos na área?
– Dois.
-São capazes?
-Depende das profundidades envolvidas.
-Não quero saber. Descubram maneira de ir até ao fundo. Temos de saber. Com ou sem franceses ao barulho. É um caso de segurança nacional.
-Não pode voltar a acontecer.
-Não pode.

Para todos os gostos

Gostos pessoais hoje: (amanhã logo se vê…)
Políticos OK:
Santana Lopes, Rui Rio, Socrates, Jerónimo de Sousa, Carmona Rodrigues

Políticos KO:
Rui Lino, Ana Gomes, João Soares, M. Ferreira Leite

Políticos que detesto:
Louçã, Sá Fernandes, Mário Soares, Carrilho

Os outros de que não falei: Logo falo noutro dia…

A crise

A crise começou com o Katrina. O que é a crise do subprime? É o descalabro provocado por uma cidade inundada, em que niguém paga as hipotecas. Para que é que alguem paga uma hipoteca de 100.000 de uma coisa que vale zero? Crise do subprime, dizem uns. Activos tóxicos, dizem outros…
– – –
Os piratas somalis têm as costas largas. A NATO está lá. A NATO está lá para segurar o Índico. A NATO agradece aos somalis. Impede os actos de pirataria quando impede, mas depois liberta-os. A NATO está à espera… De quê?
É sinistro, mas está à espera, anos e anos se for preciso, da nova revoada de activos tóxicos.

Um dia destes, uma cidade ocidental deixa de existir! BUM!

Todo o sistema financeiro se desmorona. É a catadupa dos créditos mal parados. É a agressão generalizada. O comércio mundial estanca. É a disrupção alimentar. É o salve-se quem puder, no sentido literal do termo.
Não vai ter graça nenhuma.
A população mundial vai estabilizar a menos de metade do que é hoje.
O PIB cai mais de 95%, para menos de um vigésimo do que é hoje.
– – –
Hoje estou mesmo com a veia toda de profeta da desgraça…
– – –
A última palavra dos lusíadas é “inveja”.
Ainda vamos ter inveja desta crise, em que o PIB nem chegou a cair 10%.

Inacreditável: Ainda há quem acredite no aquecimento global

Then and now...
Then and now...

 

Mais uns a dizer que o aquecimento global é uma treta
Mais uns a dizer que o aquecimento global é uma treta

 

Mas o melhor é este:

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=Lk8SSqc7ekM

Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=7PuyvDCF95U

Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=saqIqea6C0s

Parte 4: http://www.youtube.com/watch?v=-9ZXdX3qtQI