Pobreza avança, roupa recua

A pobreza não acontece de repente, vai corroendo a vida devagarinho

Empobrecer o país – o objetivo de Passos. Já somos 27% – quase parece o Haiti – mas seremos 101%, se contarmos com os pobres de espírito. E nisso o PR vai dar um contributo significativo.

O futebol americano não é para meninas (com muita roupa)

Futebol de tanga. Já este ano em Portugal!

futebol de lingerie

Intolerância de ponto é motivação maior para figurantes

Carnaval de tanga. Não há dinheiro para vestir as figurantes em Ovar.

carnaval de tanga em ovar

Femen, venham a Portugal…

Mais um protesto da Femen, desta vez no Vaticano. Ao polícia é que ninguém retirar o sorriso da cara enquanto “mantinha a ordem”.

belas mamocas

“As Femen formaram-se em 2008, numa Ucrânia toldada pelo turismo sexual em que 70 por cento das estudantes universitárias já foram interpeladas para ter sexo por dinheiro, de acordo com uma estatística citada há um ano pela revista alemã Der Spiegel. Desde então têm aparecido várias vezes em protestos dentro do país, e algumas vezes na Europa.”

Só 70%? Serão 30% das universitárias ucranianas feias?

De qualquer modo, feias ou não, isto é coisa que se faça, sr. polícia? Nem sozinho consegue conter o protesto, que tem de chamar o amigo? Que péssima eficiência…

boa!

Quando virão protestar para Portugal?

Americanos ratam Portugal

Standard & Poor’s volta a cortar o ‘rating’ de Portugal

As grandes financeiras americanas ratam Portugal até não poderem mais. Até não haver mais ratas em Portugal. Também queremos ratas portuguesas. Os financeiros americanos que vão comer ratas para outro lado, deixem as ratas portuguesas para nós.

Abaixo os financeiros americanos, vivam as ratas portuguesas.

Quando não houver mais nada para comer, comam ratas portuguesas. São boas e, agora, ao preço da chuva mijona.

100 anos da República

Hoje é um dia importante. Comemoram-se os sem ânus da República essa grande mamalhuda portuguesa que muito deu de comer e de beber a este povo.

Estes sem ânus da República têm sido vividos à fartazana desde o primeiro dia. É tudo à grande e à portuguesa, a começar pelos ânus da dita cuja.

Eu não sou de grandes discursos, mas afinal de conas esta é uma data mesmo importante: sem ânus!

Tem a palavra o povo.